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Bolsonaro destaca exemplo de Chapecó

E O QUE CHAPECÓ FAZ DIFERENTE QUE LAGES PODERIA FAZER? TIREM SUAS CONCLUSÕES!

E antes que algum jegue (sem querer ofender os animais) visualize isso como crítica à gestão lageana sobre a pandemia, explicamos de forma clara o sentido do post: Ideia é evidenciar a gestão de sucesso no enfrentamento à Covid-19 na maior cidade do Oeste. Inclusive com iniciativas inéditas no Brasil como o tratamento pós-Covid, previsto para iniciar nesta segunda-feira, 05, que permite atacar sequelas que afetam pacientes que venceram a doença.

O CASE DE CHAPECÓ

João Rodrigues é prefeito do PSD, mesma sigla de Antonio Ceron de Lages. Por lá o município chegou a 6 mil casos ativos de Covid-19 (mais que o dobro do pico em Lages). Situação colocou Chapecó no noticiário nacional pelo colapso na saúde. Ao invés de chorar sobre as vidas perdidas, a gestão municipal correu atrás de solução.

NÚMEROS ANTES E AGORA

Além dos 6 mil pacientes em isolamento com a Covid-19 em fevereiro, a média chegou a 18 óbitos por dia. Agora são menos de 800 pacientes com a doença e a média dia de mortes é menor que antes da pandemia quando chegava a 4. João Rodrigues foi criticado porque naquele momento crítico, determinou que as restrições (lockdown parcial) terminassem.

COMO SE CHEGOU A ISSO?

Foram abertas todas as UBS (postinhos de saúde) para atendimento nos bairros de pessoas com a Covid-19. Foi criada estrutura com leitos de UTI semi-intensiva no Centro de Eventos para demandas urgentes. Uma espécie de hospital de campanha, mas sem a burocracia destes. “Um verdadeiro hospital que nós aqui montamos”.

TRATAMENTO PRECOCE E ETC

Prefeito João Rodrigues relata que foi feito tudo para salvar vidas. “Adotamos todos os protocolos. De testagem rápida a tratamento precoce. Eram três ambulatórios na cidade. Um específico para atendimento de pacientes de tratamento precoce. Prefeitos não tenham medo. Permitam que os médicos que querem adotar o tratamento precoce o façam”, sugere João Rodrigues. “Estamos do lado de tudo que salva vida: ciência, tratamento precoce, enfim…”.

JOÃO RODRIGUES SEM POLITICAGEM

“Fizemos a opção de não politizar a coisa (sobre tratamento precoce). De fazer tudo aquilo que é possível para salvar vidas. Foi o conjunto da obra: começo, meio e fim. E continuamos testando, tratando, medicando. Não ficamos debatendo isto ou aquilo. Aqui se faz tudo que tem que ser feito. Isso tem dado certo. Vamos voltar à normalidade. A economia não pode parar”.

Em 51 minutos do compartilhamento do vídeo pelo Presidente Bolsonaro, onde o prefeito João Rodrigues relata os feitos em Chapecó, houve visualizações equivalentes ao número de habitantes do município do Oeste de SC

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3 comentários para: “Bolsonaro destaca exemplo de Chapecó”

  1. Exemplo a ser seguido. Mas, será? Talvez não.Talvez srja mais interessante produzir vídeo pedindo ajuda internacional.

  2. Senti falta do prefeito comentar que os casos de fato começaram a diminuir após ele adotar (e com méritos) o fechamento da cidade, assim como ocorreu aqui em Lages, medida a qual é bastante impopular e claro não colhe frutos políticos. Senti falta também do presidente comentar que a única medida do governo federal foi mandar seu ministro da saúde visitar a cidade após um mês do colapso estabelecido. Pergunto, que medidas o ministro da saúde efetivamente tomou em Chapecó?

    Fato é que a doença vem em ondas, já foram 3 e os casos diminuem após algum tempo, principalmente quando existem medidas de controle como os fechamentos de Lages, Xanxerê e Chapecó que antecipam essa diminuição. Pra mim o que controla a doença é a prevenção, testagem e isolamento, medidas impopulares porém não utópicas mas que se provaram eficazes até o momento. Outro fato é que o inverno se aproxima, prefeituras devem se antecipar e se prevenir contra uma possível nova onda, fácil é politizar e colher louros da vitória quando os casos diminuem porém um novo colapso pode estar se aproximando mas ai ninguém vai querer ser o pai da criança…

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