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RS: Bolsonaro nas obras do Batalhão de Lages

Sob a gestão militar do Coronel Cleber Machado Arruda, Comandante do 1.º Batalhão Ferroviário, além da força no braço e a técnica dos soldados lageanos, executa-se o asfaltamento de 50,8 quilômetros até a cidade gaúcha de Tapes, a partir de Guaíba. Trata-se da duplicação desse trecho da BR-116 com o know how da Engenharia do Exército, tão presente em frentes de trabalho no Sul do Brasil.

VISITA ILUSTRE

Nesta segunda-feira, 12, o Destacamento Guaíra recebeu uma visita ilustre. Presidente Jair Bolsonaro fez questão não apenas de visitar as obras, mas também de interagir com autoridades e o pelotão lageano presente no trecho, confirmando a máxima de que O Exército Constrói. A obra é ali depois de Porto Alegre em direção a Pelotas, mas como tem o DNA lageano, a partir da liderança do 1.º Batalhão Ferroviário, fazemos questão de compartilhar.

Presidente Bolsonaro no cumprimento aos lageanos atuando no trecho para mais essa obra de engenharia executada pela unidade militar de Lages

Coronel Cleber Machado Arruda (esquerda), Comandante do 1.º Batalhão Ferroviário, na recepção às demais autoridades militares e também o Presidente Bolsonaro, Ministro Tarcísio Gomes de Freitas (Transportes) e o ministro Onix Lorenzoni (direita)

Presidente Bolsonaro fez questão do registro com o grupo que está no trecho e no batente

Sobrou um tempinho para testar a operacionalização de uma vibro acabadora que espalha massa asfáltica nas obras do Exército

Durante a passagem pela frente de obras, foram confirmados mais R$ 100 milhões para a sequência das obras de duplicação da BR-116 nesse trecho em direção ao Sul do território gaúcho

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3 comentários para: “RS: Bolsonaro nas obras do Batalhão de Lages”

  1. Toda obra em benefício dos usuários e desenvolvimento de uma região é bem vinda.
    Agora, um governo que tem como principal objetivo a privatização do estado, atua como uma característica forte no sistema estatal usando a engenharia do exército para obras públicas, qual a diferença do privatizado e do estatal neste caso.

    1. A diferença meu nobre camarada é que essa obra prevista inicialmente pra 200 milhões será executada e ainda sobrará dinheiro. A antiga empresa que abandonou a obra solicitou o dobro desse valor pra terminar o serviço. Ta ai a diferença.

  2. Q bom ver o serviço do Batalhão de Lages ser reconhecido, o q fico me perguntando é pq não pagam melhor os Soldados q são mão de obra quase de graça pra esse tipo de serviço, assim fica fácil arrecadam um dinheirão e a mão de obra é quase de graça, pois utilizam soldados q na maioria não tem interesse nesse tipo de serviço, mas como são militares tem q bater os pés e sim senhor, tá hora de reverem essas atitudes senhores comandantes;

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