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Calçadão e o ode à lerdeza do Paço

15 MESES APÓS A REVITALIZAÇÃO É QUE ESPAÇO DE BANCA E CAFÉ PASSA A FUNCIONAR

Prefeito Ceron e sua equipe estiveram na quinta-feira, sugestivo dia primeiro de abril, tomando um café nas futuras instalações do Café Central do Calçadão. Trata-se de um espaço que deveria ter entrado em funcionamento juntamente com a revitalização da principal praça de Lages.

ENTRETANTO

Por causa da demora na abertura da licitação e definição de quem deveria operar o espaço, através da previsão legal, houve esse atraso de 15 meses. Naturalmente nada de demérito ao empresário Hernani Vieira e família que venceram o certame e planejaram o ambiente que passa a se chamar Café Central. O problema reside exatamente na lentidão da Prefeitura de Lages que ‘esqueceu’ da providência, deixando o local fechado.

Ao invés de um brinde com café, os gestores municipais deveriam era pedir desculpas por tamanha lentidão para disponibilizar o espaço público, via licitação, para exploração.

DE QUALQUER FORMA

A partir deste sábado, 03 de abril, exatos 464 dias depois da inauguração da revitalização do Calçadão, o Café Central passa a ser essa referência que a então Banca Central já era no passado, nesse espaço absolutamente nobre de Lages.

INCLUSIVE E PORTANTO

Essa questão da lerdeza nas providências relacionadas à licitação e ocupação do espaço no Calçadão serve de exemplo do que não fazer em relação ao Mercado Público. Reiteradas vezes tem se repetido sobre a necessidade não apenas de licitar e buscar o preenchimento dos box, quando revitalizado, o Mercado Público já estiver em funcionamento. Esperar outros 500 dias depois de inaugurado para ser ocupado, é coisa que não faz sentido, considerando que tudo que se precisa é maior celeridade e atenção daqueles que têm a tarefa de tomar as providências!

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