Geral

Calçadão: Edital de espaços em fevereiro

Repercutindo a questão da falta de ocupação de espaços como banca de revistas e jornais, além de um café no Calçadão revitalizado, a jornalista Suzana Küster fez reportagem para o Correio Lageano a respeito do tema. Ela conversou com o secretário João Alberto Duarte, cuja área de Planejamento está submetida a ele.

E DAÍ?

O secretário informou à jornalista que em fevereiro – que começa neste sábado – a licitação que irá escolher a empresa (ou pessoa física, dependendo do edital) para explorar as atividades citadas será lançada.

SIGNIFICA QUE…

Pela ritualística de uma licitação para concessão de espaço público, em não havendo recursos e atrasos no procedimento, até meados de abril os vencedores do certame poderão estar operando no Calçadão.

Tomar café assistindo ao espetáculo do chafariz, portanto, será coisa para meados de abril, caso não ocorra demora maior em relação à licitação que definirá a melhor proposta de ocupação do espaço que já está pronto

E…

Se o município não quiser ter essa demora para colocar em operação os espaços a serem concedidos no Mercado Público, terá que, a partir da área responsável, começar o processo de licitação meio devereda. Se inaugurado em junho e demorando o mesmo prazo do Calçadão, os novos comerciantes no Mercado Público só conseguiriam atuar no final do ano. E olha lá!

Compartilhe

2 comentários para: “Calçadão: Edital de espaços em fevereiro”

  1. Sou Leigo em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo. Por isso não entendo as razões que levaram os projetistas e os avaliadores do projeto aprovarem-no com uma construção paralela à Rua Nereu Ramos que fecha a “Praça” restringindo a visualização, a mobilidade e área para umas boas prosas.

    Seria mais sensato que as instalações para segurança, policiamento, banheiros, etc. tivessem sido construídas naquele espaço onde estão exposto os painéis com fotos.

    Instalações para exploração comercial de um “café” ??? Aqui pra nós, está faltando esse tipo de oferta na área central???

    1. João, realmente não há necessidade de entender de arquitetura, urbanismo e paisagismo para perceber o tamanho do erro que foi a construção dessa edificação. Nem eu que curso faculdade de Arquitetura e Urbanismo entendo o que levou a equipe de arquitetos a projetarem dessa maneira.
      Parece que sequer deram-se ao luxo de visualizar o local do projeto pelo Street View do Google Maps, para entender que a rua Pres. Nereu Ramos é justamente a que mais deveria receber abertura visual da praça.
      Olhando-se de tal rua tudo o que se vê é um paredão revestido de madeira e algumas portinhas, e o mesmo olhando-se a partir da praça para a rua, de onde deveríamos visualizar edificações históricas como o Ed. Inco, o casarão ao lado, o casarão da VF e o eixo da rua Correia Pinto. Ainda se a edificação fosse dotada de uma arquitetura icônica e marcante, mas se trata apenas de um caixote horizontal de madeira com extremidades em vidro.

      Já os paredões onde foram colocados aqueles painéis bregas (que vão desbotar e rasgar em poucos anos), é onde deveriam existir as edificações para exploração comercial, ou pelo menos alguma arte como murais de grafites e pinturas (a exemplo dos painéis de Poty Lazzarotto em Curitiba), algo que fosse icônico, duradouro e digno de ser fotografado, lembrado e mantido.

      Espero que no futuro algum prefeito tenha coragem para demolir a edificação e tentar corrigir o erro absurdo que foi a reforma radical da Praça João Costa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *