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Camões e a mudança que virou lambança

ACIDENTES SE TORNARAM FREQUENTES. USUÁRIOS PEDEM MAIS SINALIZAÇÃO. TUDO NA MUDANÇA À FACÃO DO TRÂNSITO NUM PEDAÇO DA AVENIDA

Ouvinte da Clube FM 98,3 enviou mensagem de que rapaz que sofrera acidente no dia dos pais na avenida Camões no trecho alterado (Seara do Bem ao CAV) viera a óbito no último final de semana. Não temos essa informação como oficial, mas se isso aconteceu, somente tal fato já teria sido justificador para a tal mudança não ter ocorrido. Nada justifica a perda de uma vida.

SOBRE OS ACIDENTES

Tem sido recorrente abaldoamentos, colisões, choques diversos ao longo do pequeno trecho de 700 metros onde a Diretran (sem ter feito estudo) alterou o trânsito da Avenida Camões. A providência que, na teoria era para dar maior fluidez, deixou o local perigoso, uma verdadeira roleta russa. A aposta das ‘autoridades’ de trânsito é de que, com o tempo, os motoristas usuários da via se acostumem e as ocorrências cessem.

MAS…

O problema está que os acidentes não param. A avenida é de movimento intenso porque praticamente liga Lages à BR-116 numa saída mais rápida em direção a Correia Pinto/Curitiba, além da interligação a meia dúzia de bairros da cidade.

Esse registro está no grupo Notícia no Ato de acidente na manhã desta quarta-feira, 18. Colisão entre moto e veículo, acompanhado da indagação: Quando será que vão tomar providências?

E JÁ QUE NÃO VÃO VOLTAR ATRÁS…

No programa A Hora da Corneta da Clube FM a gente abordava, em cima do que citava a ouvinte sobre acidentes no local que, já que não existe humildade para reconhecer que as alterações feitas sem estudo, sem análise de impacto, tudo na base do achismo, geraram essa situação perigosa, que pelo menos se aperfeiçoe. E de que forma? Sinalizando melhor. No local desse acidente, por exemplo, é urgente uma lombada física (já que existem outras na via).

E…

Pode ser inclusive uma faixa elevada de pedestre para a ligação entre as ruas São Jorge e Paulo Alves de Liz na frente da Dal Molin Pneus. Isso obrigaria a redução de velocidade e impediria que choques como esse fossem tão frequentes. Só que não pode ser uma providência para quando der. Tem que ser para ontem!

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2 comentários para: “Camões e a mudança que virou lambança”

  1. Edson, até concordo com suas colocações, mas como acesso aquele local algumas vezes ao dia, sempre vejo gente estacionada na pista da direita, em ambos os sentidos, sendo que há farta sinalização de que é proibido não só estacionar, mas também parar. É o famoso E com x em cima. E aí me pergunto: essas pessoas não sabem o que significa aquela placa? Ou não sabem que não pode mais estacionar ali? Guardadas as devidas proporções, seria a mesma coisa que estacionar no meio de uma das pistas da beira-mar em Florianópolis. E cá entre nós, quando o motorista estaciona em local onde isso é proibido, a culpa seria da engenharia de trânsito? Todo mundo reclama da quantidade de semáforos que existe em Lages. Aí tira o semáforo e põe rótula. Todo mundo reclama da quantidade de rótulas. Aí tira a rótula e põe um agente de trânsito controlando. Todo mundo irá reclamar do agente ali. O que tenho vista é que a maioria dos acidentes que ocorrem é mais por excesso de “macheza”, de prepotência, de que “meu veículo é maior que o seu então tenho mais direito” e por aí vai. Aquilo ali tá ruim? Tá. Então que a engenharia de trânsito coloque um semáforo em cada cruzamento. Pronto. Vai resolver o problema de acidentes? Vai. Mas vai parar o trânsito todo.

  2. Boa tarde, meu caro Edson. Seria bom ressaltar que neste local não há uma sinalização adequada. Como tachões por exemplo e, se observar, os meios fios estão sempre com marca de pneus e etc. Observei em seu post que solicitou que se coloque lombada física. Lombadas em Lages também tem a rodo e na grande maioria sem respeitar as normas de trânsito, como, por exemplo, aquela em frente ao convento no Petrópolis. Sobre esta já solicitei várias vezes na secretaria de infraestrutura para fazerem uns muchoes nas entradas ou rebaixar um pouco pois sempre o carro enrosca, sobre isto, inclusive, falei pessoalmente com o secretário João Aberto, mas me parece que estes caras não estão nem um pouco preocupados com os problemas apontados.

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