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Caso de Lages seria fake news

EPISÓDIO ENVOLVE A TRANSFERÊNCIA DE UM BEBÊ NO MÊS DE JANEIRO QUE ACABOU FALECENDO EM JOINVILLE. OPOSITORES AO GOVERNO MOISÉS ESTARIAM CRIANDO UMA NARRATIVA FALSA SOBRE O CASO

O próprio ex-governador Colombo compartilha e dá ressonância ao que seria um dente no facão dos mais graves em termos de gestão a não disponibilidade de aeronave para transporte de um recém-nascido de Lages para Joinville. A narrativa contém certa confusão porque o e-mail que aparece na publicação do deputado Burno Souza se refere a uma situação da semana passada, dia 10. Porém, a questão que envolveu o recém-nascido é de janeiro e o próprio Governo do Estado tratou de esclarecer.

O QUE DIZ O GOVERNO

“O Governo do Estado foi surpreendido no início da noite desta terça-feira, 15, com a publicação inverídica em rede social de informações atribuindo a morte de um bebê à suposta falta de atendimento aeromédico por parte do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e do Corpo de Bombeiros Militar. Em tom apelativo e sensacionalista, a publicação usa uma tragédia familiar para tentar manipular a população e induzir a imprensa a erro”.

SOBRE O EPISÓDIO EM LAGES

“Em nome da verdade, o governo do Estado esclarece que a aeronave Arcanjo registrou o pedido de uma transferência de urgência de Lages para o Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, em Joinville, no dia 11 de janeiro, 23h, para um recém-nascido de poucos dias de vida. O bebê havia sido diagnosticado com uma cardiopatia congênita e estava em estado crítico. Porém, o Hospital ainda precisava enviar o fluxo de regulação para a transferência ser concretizada, algo que foi feito no dia 12 de janeiro. A aeronave se dirigiu ao Hospital na manhã da quinta-feira, 13 de janeiro”.

POR FIM

“No local, os médicos constataram que o recém-nascido não suportaria um transporte de Lages até Joinville, de acordo com parâmetros clínicos e físicos do paciente. A saturação era de 54, a criança corria risco de óbito em voo. Ela permaneceu no Hospital para estabilização do quadro. No dia 16 de janeiro, os médicos retornaram à Unidade e aceitaram fazer o transporte, a partir da assinatura dos pais cientes de um voo de risco para o bebê. A criança resistiu à transferência, mas acabou indo a óbito no Hospital Infantil de Joinville, diante da gravidade da doença. O governo lamenta que um episódio tão triste seja usado com fins políticos-eleitorais”.

O esclarecimento feito vem com a ilustração acima, apontando que o narrado se trata de informação falsa, tentando desestabilizar a imagem do governo

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