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Colombo não quer PSD com Moisés

EX-GOVERNADOR SE DIZ CONTRA ‘AJUDA’ DO PSD A MOISÉS

Ao retornar à função de governador, Carlos Moisés anunciou o nome de Eron Giordani, com DNA do PSD, para Secretário da Casa Civil. Uma semana antes já se sabia desse encaminhamento. Daí que soou estranho que, mesmo já se sabendo desse embarque do PSD no esqueleto de sustentação do governo Moisés, o ex-governador Colombo venha para a rede social se posicionar contra o ingresso do partido no atual governo. Em tese, Colombo se posiciona contra algo que já aconteceu.

Colombo informou que levará essa posição à reunião do partido no dia 1.º de dezembro. Porém, há informações de que outros espaços do governo também abrigarão alinhados ao PSD.

O QUE ISSO SIGNIFICA?

Numa análise mais superficial é possível verificar que acontece agora no PSD o mesmo ocorrido na definição de candidaturas à sucessão de Colombo. O então governador queria uma costura reunindo PSD, MDB e até PSDB numa mesma coligação em 2018. Merísio costurou um projeto que só não obteve êxito por causa da postura arrasa quarteirão do eleitor que, embalado na onda Bolsonaro, elegeu Moisés. Com Merísio fora do partido, agora é Júlio Garcia que articula os rumos do PSD. E Colombo vai a reboque (como na eleição de 2018) ou esperneia (como no caso atual da adesão da sigla ao projeto de manutenção de governo de Moisés).

Colombo não quer PSD na base de apoio a Moisés. Mas a costura indica que a sigla já está nessa sustentação ao ponto de que o segundo pedido de impeachment nem vai ter desdobramento sequencial, como esse primeiro que bateu na trave nesta sexta-feira, 27

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