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Como está o Hospital Tereza Ramos?

GESTORES EXTERIORIZAM AÇÕES SOBRE OS PASSOS PARA MANTER A ESTRUTURA ATUAL E COLOCAR A NOVA EM FUNCIONAMENTO

“Colocar em funcionamento, mas com segurança. Atendendo todo o regramento técnico e as normas relacionadas a aquisições. Tem licitação em andamento, há análise de demandas. Mas a orientação é essa: vencer etapas e colocar a estrutura em funcionamento”.

Palavras acima são do diretor do Hospital Tereza Ramos, Maurício Batalha. Juntamente com o Assessor de Governo, Lucas Neves, e o diretor administrativo, Gustavo da Silva Santos, e mais o vereador Gabriel Córdova, conversamos rapidamente para compreender a realidade e as etapas até a funcionalidade plena da estrutura hospitalar num todo.

SEM DATA

Os relatos tanto de Batalha, quanto de Gustavo e do próprio Lucas Neves evidenciam que não dá para trabalhar com uma data para que tudo esteja pronto e toda a ala em funcionamento. Maurício Batalha observa que se evoluiu muito. E que externamente se olha o prédio e se tem uma impressão de que está pronto. “Mas há um leque de questões técnicas que precisamos atender. E colocamos tudo isso no papel, temos o respaldo do secretário André (Mota Ribeiro – Secretário da Saúde) e não se deixa de atuar um único momento para que essa estrutura esteja em funcionamento”, pondera o diretor do Tereza Ramos.

TECNICISMO, SEM IMPROVISO

Lucas Neves faz conosco e com os demais gestores uma rápida visita à nova ala. Observa que existe por parte do Governo Central (governador Moisés) um incentivo para que a equipe vença as etapas e deixe a nova ala pronta. “Mas é uma gestão técnica tratando de uma área que exige esse tecnicismo. Então, não tem improviso. É tudo seguindo normas”. Observamos com eles a funcionalidade do terceiro andar da nova ala. Equipe atenta, ambiente acelerado e tranquilo. “Num curto espaço de tempo é desejo do governo que toda essa estrutura esteja funcionando”, relata Lucas Neves.

SEM CORPO MOLE

O diretor Maurício Batalha complementa que é preciso ter esse foco em dar funcionalidade à nova ala, sem se descuidar da estrutura em funcionamento e ainda a gestão em relação à pandemia. “Mas a palavra de ordem é transparência. Queremos que a sociedade perceba o que está sendo feito. E também que observe que não há um único momento sem executar ações para aprontar a nova ala”, diz Batalha. E utilizando o estilo lageano de falar, Lucas Neves complementa. “Nessa tarefa não tem corpo mole”.

Lucas Neves e o vereador Gabriel Córdova com os gestores do hospital Tereza Ramos e o desafio de acelerar providências à nova ala sem deixar de fazer gestão da atual e ainda administrar as questões da pandemia

EM TEMPO

Há outras informações a respeito da constatação in loco da gestão do Tereza Ramos e, oportunamente, a gente compartilha para dar a você ideia do trabalho que vem sendo feito na estrutura hospitalar para atender uma coletividade de quase 100 municípios.

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