Geral

Consórcios na pauta da Amures

ASSEMBLEIA DOS PREFEITOS FOI REALIZADA EM PALMEIRA, MUNICÍPIO QUE COMEMORA OS 27 ANOS DE EMANCIPAÇÃO (DE OTACÍLIO COSTA) COM FESTA

Sempre que a agenda permite, as reuniões dos prefeitos da Amures são descentralizadas da sede em Lages. Foi o que aconteceu nesta sexta-feira, 15, dia em que Palmeira abriu as comemorações dos 27 anos de emancipação. Exceto o prefeito Marquinho de Painel, com viagem agendada, os 17 demais integrantes da entidade marcaram presença na assembleia realizada na Câmara de Vereadores. Na pauta a questão dos consórcios mantidos pela Amures.

INOVAÇÃO VIA CONSÓRCIO

Exemplo bem sucedido de consórcio englobando vários municípios é o CIS. O sistema de prestação de serviços na área da saúde é um dos pioneiros em Santa Catarina e dá tão certo que mesmo municípios que não integram a Amures (Vargem e São Cristóvão, por exemplo), fazem parte do referido Consórcio. Outro que tem aprimorado a atuação é o Cisama, com a atuação na área de Meio Ambiente e atividade até na viabilização de estruturas para obras, como a usina de asfalto. Tais modelos exitosos exigem constante deliberação por parte dos prefeitos, para decisões que repercutem na operacionalidade dos mesmos. Os consórcios da Amures lideraram a pauta da sexta-feira, em Palmeira.

Prefeita Fernanda Córdova (que preside a Amures) foi a anfitriã da reunião com seu vice, Sandro Masselai (esquerda). No registro os prefeitos Erlon Tancredo (Rio Rufino) e Evandro Frigo (Urupema), que presidente consórcios da Amures. Parlamentares como Marcius Machado (direita) e Nilso Berlanda (ambos do PL) participaram da reunião.

Prefeitos Fabiano Baldessar, João Cidinei, Dirceu Silva, Edilson Germiniani, Ceron e Tito Freitas nas deliberações da reunião da Amures

O ASSUNTO DA SEMANA NA PAUTA

Durante o diálogo com colegas de Executivo, o prefeito Ceron detalhou a ‘encrenca’ chamada campos de altitude, que está levando fiscais do Ibama a notificar e embargar propriedades com lavouras e criação de gado na Coxilha Rica (Lages e Capão Alto). O prefeito de Lages observa que, embora as lideranças lageanas estejam focadas para a buscar uma solução (dentro da lei) para a questão, a interpretação do território catarinense como campos de altitude não afeta apenas o litoral, ao nível do mar.

CERON SOBRE O TEMA

“É uma situação absolutamente preocupante, pela inviabilização da atividade agrícola e pecuária. Não se desrespeita a postura dos técnicos do Ibama porque eles atuam nas respectivas interpretações, mas há foco para clarear melhor a questão e chegar a um meio termo para não inviabilizar esse setor da economia catarinense tão importante para o Estado. Acreditamos que no diálogo e na inteligência da interpretação das normas, chegaremos a um bom termo”.

Registro do Paulo Marques dos prefeitos Ceron e Tito Freitas (que estão no olho do furacão dessa polêmica com o Ibama), com o prefeito Pedro Ostetto de Bom Jardim (esquerda) por perto porque a questão da interpretação sobre campos de altitude afeta todos os municípios da Amures e vai além, no território catarinense.

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *