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Covid-19: Morte segunda e terça em Lages

CIDADE CHEGA A 583 VIDAS PERDIDAS EM FUNÇÃO DE COMPLICAÇÕES DECORRENTES DA DOENÇA COM OS DOIS ÓBITOS DESTA SEMANA

A primeira quinzena de março registrou nove mortes pela Covid-19 de pessoas residentes em Lages. A exceção de uma mulher com 49 anos e com comorbidades falecida no dia 5 e que estava faziam três semanas com complicações da doença, as outras oito vítimas somavam mais de 68 anos. Ou seja, a maioria das vítimas da Covid-19 em Lages é idosos.

AS VÍTIMAS MAIS RECENTES

Das nove vítimas fatais neste mês de março, apenas uma mulher de 83 anos faleceu sem que tivesse doenças pré-existentes. As demais mortes são de pessoas com comorbidades. Nesta semana houve um óbito na segunda-feira, 14 e, nesta terça-feira, 15, outra morte. Ambas as vítimas eram homens com doenças pré-existentes e que não resistiram às complicações decorrentes da doença.

MORTE DE REPENTE

A regra no histórico do Painel de Casos da Covid-19 em Santa Catarina é de pessoas que contraem a Covid-19 e lutam para superar a doença. Poucos são aqueles que aparecem os sintomas e, de imediato, ocorre o óbito. A vítima fatal da segunda-feira, um homem de 73 anos, está na exceção. Segundo o sistema, ele apresentou os sintomas no domingo, dia 13 e, no dia seguinte, acabou falecendo.

QUESTÃO DA NECESSIDADE DE

COMPLETAR O CICLO VACINAL

Secretário Claiton Camargo (Saúde) que faz a gestão da pandemia na cidade, em sintonia com o prefeito Ceron, não esconde certa angústia pelo fato de muitas pessoas não estarem completando todo o ciclo vacinal (três doses). Embora ainda não esteja na época de alguns acessarem a terceira dose, por enquanto, apenas 46% do público a ter essa imunização de reforço, está devidamente vacina. Ou seja, não temos a metade do público alvo em Lages, com as três doses, consolidando o ciclo vacinal contra a Covid-19.

Secretário Claiton e o acompanhamento em tempo real da imunização contra a Covid-19 em Lages

BAIXA PROCURA DA VACINA ÀS CRIANÇAS

A partir desta quarta-feira, 16, a vacina para crianças da faixa etária 5 a 11 anos, concentra-se no Tito Bianchini e não mais nas UBS dos bairros. De acordo com o secretário Claiton Camargo de Souza, o motivo foi a baixa procura por parte dos pais e responsáveis pelas vacinas deste público nas UBS. Para se ter uma ideia, nos relatórios da Secretaria da Saúde em oito dias de atendimento (do dia 2 ao dia 11 de março) menos de dez crianças foram vacinadas por UBS elencada durante este período, levando em consideração que são em média seis Unidades disponíveis por dia:

“Com base nestes dados realizamos as mudanças. São seis Unidades Básicas disponíveis por dia para a vacinação. A equipe de profissionais que estaria nestes locais, para a vacinação das crianças, consegue ajudar em demandas maiores em outros pontos”.

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