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CPI: Negada participação em processo

PRESIDENTE DA CPI DA SEMASA PEDIU PARA INTEGRAR PROCESSO DA OPERAÇÃO MENSAGEIRO COMO TERCEIRO INTERESSADO. SAIU A NEGATIVA

Era estranho se ocorresse. E acabou não ocorrendo. Trata-se de um pedido dos membros da CPI da Semasa, através de seu presidente Heron Souza (PSD) para que a referida comissão, na pessoa do procurador designado, atuasse no processo que envolve a Operação Mensageiro como ‘terceiro interessado’. Seria uma forma da CPI, via procurador da Câmara, acompanhasse o processo, considerando que aquilo que os vereadores investigação guarda relação com o que fora investigado pelo Gaeco.

ESCREVEMOS SOBRE O ASSUNTO

PODE ISSO? – Poder, pode. Mas soa estranho. É que a CPI se tornaria terceiro interessado no processo, mas o procedimento judicial não acabaria quando o trabalho da comissão terminar. Ou seja, a CPI, em havendo deferimento do pedido é terceiro interessado enquanto o trabalho dos vereadores durarem até o final de junho”.

E ACABOU OCORRENDO O INDEFERIMENTO

“INDEFIRO o pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito para figurar como terceira interessada, porquanto não apresentada justificativa para tanto”. Esse foi o despacho da desembargadora Cinthia Beatriz Bittencourt Schaefer. Soou estranho também o fato da CPI pedir para integrar o processo e não ter apresentado justificativa para tanto, conforme escreve a magistrada.

A CPI tem previsão anunciada pelo relator Jair Júnior de ser concluída neste mês. O processo tem audiências iniciais de instrução em julho. Logo, a CPI termina bem antes do processo em curso

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