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CPI quer ouvir Ceron, Arruda e Delfes

PRESIDENTE DA CPI PROTOCOLA PEDIDO AO TJ/SC PARA QUE OS TRÊS SEJAM OUVIDOS NA CÂMARA DE VEREADORES

Uma sinuca de bico para a desembargadora Cinthia Beatriz Bittencourt Schaefer, a relatora do processo que envolve os lageanos presos no âmbito da Operação Mensageiro. Chegou ao processo um pedido assinado por procurador, mas tendo o vereador Heron de Souza como representante da CPI da Semasa que quer ouvir os ex-secretários Arruda e Delfes e ainda o prefeito afastado Antonio Ceron.

ASSIM

Os três seriam ouvidos na condição de testemunhas sobre o fato determinado que gerou a instauração da CPI. O vereador Heron Souza pede que a desembargadora não apenas autorize a oitiva dos três, como forneça meios para deslocamento tanto de Arruda (preso em Criciúma) quanto Delfes (recolhido ao quartel da PM em Florianópolis) e Ceron (preso domiciliarmente em casa).

As datas fixadas pela CPI para ouvir Ceron, Arruda e Delfes é essa e depende de um despacho da desembargadora

DEFESA SE MANIFESTA

Por causa do recebimento da denúncia contra os lageanos presos no âmbito da Operação Mensageiro, nenhum deles poderia comparecer à CPI apenas na condição de testemunha. O conteúdo que exteriorizassem na CPI repercutiria à condição de denunciados (investigados). Daí que os advogados que defendem o prefeito afastado já se manifestaram que, em caso de deferimento do pedido para Ceron ser ouvido na CPI, que lhe seja garantido o direito de não responder sobre fatos que possam caracterizar autoincriminação.

MAIS PEDIDO

A defesa solicita ainda que a julgadora torne facultativa a presença do prefeito afastado na CPI, assim como não haja exposição a constrangimento físico e nem moral. Caso haja deferimento pela oitiva do prefeito afastado na CPI, essas prerrogativas solicitadas tentam evitar que se repita aquilo ocorrido em relação aos ex-prefeitos Elizeu e Colombo de bate boca.

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