Geral

Efeito gangorra na ocupação de UTI

ORA HÁ FILA DE ESPERA, ORA A OCUPAÇÃO ESTÁ INFERIOR A 100% EM LAGES

Através dos dados oficiais da Secretaria da Saúde de Lages temos acompanhado o comportamento da ocupação de leitos de UTI na cidade. Há uma redução de casos, mas não existe padrão sobre a necessidade de tais espaços. Ora temos pacientes à espera de leitos, ora a ocupação fica inferior a 100% e vagas são disponibilizadas. No último boletim, desta quinta-feira, 22, a ocupação está em 98,63% (um leito disponível). Mas na terça-feira, 20, a ocupação era de 100% e um paciente estava na fila à espera de vagas.

MAIS DE 700 CASOS ATIVOS

Pelos dados do boletim oficial da quinta-feira, 22, Lages tem 725 pessoas com a doença ativa (e por isso em isolamento). Esse número tem se mantido na última semana, com algumas pessoas saindo do isolamento (após vencer a doença) e outras entrando na estatística de casos positivados, a partir de exames confirmando o diagnóstico.

VACINAÇÃO AVANÇA

Embora dependa sempre das doses ofertadas e disponibilizadas para o município, Lages segue avançando em termos de aplicação da vacina. A dinâmica dos locais de vacinação (drive thru no parque e pedestres no ginásio Jones Minosso) tem atendido a demanda. Secretário Claiton Camargo de Souza e equipe não articulam novos locais de vacinação porque não há doses suficientes para ampliar essa oferta.

Aqui temos os dados das doses aplicadas, observando-se que já somam 13.070 lageanos que receberam as duas doses, estando imunizados da doença

CASOS, LETALIDADE E ÓBITOS

Trocando mensagens com o secretário Claiton Camargo de Souza que mescla a gestão de recursos humanos (profissionais de saúde) com dados técnicos na atuação junto à Secretaria da Saúde, ele observa informações em uma das ramificações da página da Fiocruz. Ali é possível fazer comparativos sobre dados diversos relacionados à pandemia.

Aqui, por exemplo, temos dados sobre os casos, desde o início da pandemia, com o gráfico evoluindo, num comparativo entre Lages, Chapecó, SC e o Brasil. A seta indica Lages numa análise por 100 mil habitantes

Esse outro gráfico apresenta a letalidade, com Lages aparecendo na posição menos agressiva em termos de mortes, comparadas aos outros três análises (Chapecó, SC e Brasil)

Nos dados consolidados, considerando números para cada 100 mil habitantes, o cenário acima se refere ao número de óbitos. A ferramenta que permite esse comparativo está disponível neste link.

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