Geral Política

Em um ano a eleição da virada… da década

De olho no calendário temos a realidade de que daqui um ano terminará a campanha eleitoral, deixando os concorrentes na angústia do dia da votação: 4 de outubro. Faltando esses 12 meses de enfrentamento com costuras, diálogos e composições, a maior cidade da Serra Catarinense convive com a incógnita de candidaturas à majoritária. Daquilo filtrado, temos a seguinte realidade:

JAIR JÚNIOR – O vereador se desfiliará do PSD na janelinha a se abrir 30 dias antes do prazo de 6 meses para a eleição. Pretendido por várias siglas para o projeto que ele tem defendido de disputar a prefeitura, uma definição mesmo deve ocorrer somente no mês de março. Mas a pretensão de concorrer a prefeito já está confirmada. Ele é pré-candidato.

LUCAS NEVES – Recordista de votos na eleição de 2016 a vereador – foram 6.192 conquistados – e com um espólio invejável de votos em 2018 a Estadual (não se elegeu deputado porque um pedaço do PP o abandonou), Lucas deve se filiar ao PSL de Bolsonaro (para o qual recebeu convite). Mas isso não é algo definitivo, ainda. A migração somente ocorre em 2020 quando da janelinha. Ele não esconde: é pré-candidato.

ANTÔNIO CERON – Candidato natural à reeleição. Mas o atual prefeito disse que somente falará sobre o assunto no dia 3 de fevereiro de 2020 (acho que é dia de São Brás). Única coisa que ouvimos dele, sobre o assunto, é que, se concorrer, não quer uma coligação partidária tão ampla.

DILMAR MONARIM – PSDB fará convenção para definir Executiva Municipal neste mês. O empresário se posiciona como interessado em ir para o trecho disputar a majoritária. Vem de um grupo que até agora estava afastado nas decisões tucanas locais. Mas garante que tem um bom trânsito na sigla em âmbito de Estado.

PT SAUDAÇÕES – A sigla deverá ter candidato a prefeito em Lages. Deve apostar em Amarildo Farias ou um nome que permita que o 13 seja opção nas urnas.

MDB PAROQUIANO – Elizeu Matos não fala sobre política. Mas aqueles próximos ao ex-prefeito acenam que se houver uma decisão judicial que lhe seja favorável (naquela condenação de 24 anos de prisão), ele poderá se encorajar e vir para a disputa.

Fora Elizeu, o MDB não tem nome com fortidão para o enfrentamento na cabeça de uma majoritária. Talvez de vice numa composição através de nome como o vereador Vone (foto) ou até Thiago de Oliveira, caso esse permaneça na sigla.

CARMEN ZANOTTO – Deputada Federal com mandato, ela admite que se for chamada vem para o projeto de disputar a Prefeitura. Mas não acelera conversas e nem posicionamentos sobre o tema porque é inteligente e sabe que a estratégia é não antecipar o debate. Há quem a aponte como favorita numa eventual disputa, considerando a realidade local.

EM TEMPO

Fora esses nomes citados que estão ‘no mercado’ há o caso das chamadas siglas nanicas que possuem lideranças dispostas a integrar o processo eleitoral. A maioria se posiciona e até escala nome para, lá na frente, integrar uma coligação. Mas há de se respeitar a estratégia de cada pretendente!

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