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Esgoto: Redução da tarifa não passa

Quatro emendas foram derrubadas na bacia das almas da análise da reforma administrativa do governo Carlos Moisés. Quem combateu e obteve êxito na degola das quatro emendas foi o líder do governo, deputado Mauricio Eskudlark (PR). O argumento é de que eram matérias estranhas à reforma e que merecem tratamento em forma de projetos próprios.

COORDENADORIA DAS MULHERES

A primeira emenda daquelas derrubadas foi das deputadas Ada de Luca (MDB), Marlene Fengler (PSD), Paulinha (PDT) e Luciane Carminatti (PT). Elas queriam inserir no projeto a Coordenadoria Estadual da Mulher.

MENOS TAXA DE ESGOTO NÃO PASSA

A segunda emenda apresentada em plenário (que foi combatida e derrubada) era de autoria do deputado Marcius Machado (PR). Tratava de questões tarifárias estabelecidas pela Casan, sugerindo a redução da taxa de esgoto para 60% onde a empresa opera o sistema.

Marcius chegou a participar do movimento com abaixo assinado em Otacílio Costa para reduzir a taxa de esgoto. Essa ‘derrota’ na Alesc não significa o fim da luta. Ele protocolou projeto próprio para tratar do assunto

FIM DOS PONTOS FACULTATIVOS

Deputado Bruno Souza (PSB) apresentou duas emendas. A primeira acabava com os pontos facultativos na administração pública estadual. A segunda estabelecia critérios rigorosos para a concessão de auxílio-combustível para servidores. Segundo o parlamentar, o Estado gasta R$ 38 milhões anuais com a concessão desse benefício a 769 funcionários públicos. Nenhuma passou.

Deputado do PR que lidera o governo na Alesc argumentou combatendo as emendas apresentadas pelos colegas de plenário

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