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Festa: Polese e o ‘balanço dos perdidos’

PREFEITO NÃO APRESENTOU DADOS DA FESTA DO PINHÃO. E SE LIMITOU A TRAZER UMA INFORMAÇÃO PROVAVELMENTE FALSA

Quando se esperava que o prefeito em exercício Juliano Polese, que chamou uma coletiva à imprensa para, entre outros temas falar sobre Festa do Pinhão, apresentasse dados do evento, o que se exteriorizou foi quase uma piada. É que ao invés de números sobre o evento, durante a coletiva foram apresentados dados sobre documentos perdidos no parque durante a Festa do Pinhão. Só isso. Nada mais que isso. Foi o balanço dos perdidos!

FALSO OU VERDADEIRO?

“Embora o público tenha sido menor, nesta edição, a compensação foi o maior consumo de parte dos visitantes e frequentadores da festa“. A frase em negrito foi do prefeito em exercício, numa observação que provavelmente é falsa. Ele cita que o público foi menor, numa narrativa talvez para justificar o recolhimento a menos de ISS da bilheteria pela organização. Mas não há qualquer parâmetro para justificar o público menor. Não há e nem haverá números oficiais, reais, incontestes.

ESTIMATIVA NOSSA

A edição deste ano somou, numa estimativa conservadora, 100 mil pagantes que numa bilhetagem média de R$ 130,00 chegam a expressivos R$ 13 milhões de bilheteria. A edição deu um lucro robusto às empresas promotoras. E que bom que isso aconteceu porque incentiva ambas a seguirem tocando a Festa do Pinhão, essa galinha dos ovos de ouro para quem tem nervosos de aço de investir, apostar e torcer para dias de tempo bom e boa bilheteria. Mas a narrativa de que o público foi menor (em relação a que foi menor?) é estranha, para não dizer falsa e o prefeito em exercício não deveria se colocar a propagar isso sem conhecimento de causa, no caso de números.

O balanço dos perdidos: único balanço com números apresentados da Festa do Pinhão na coletiva foi do número de documentos achados no parque Conta Dinheiro

INCLUSIVE

A coletiva que se propôs a apresentar dados da Festa do Pinhão poderia detalhar o quanto os cofres municipais compareceram para fazer sua parte do evento. Inclusive, tudo gasto justificável considerando um gigantismo da Sapecada da Canção, o apelo popular inconteste do Recanto do Pinhão e até a questão de despesas com o concurso e complementos relacionados à rainha e princesas do evento.

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