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Flavinho: Que tiro foi esse contra o Paço?

Por causa das peleias de trecho não havia escutado a entrevista de Flávio Agustini no programa Clube Comunidade da terça-feira, 15. Ouvi o teor da prosa de Flavinho com o comunicador Adilson Oliveira no início da noite. Secretário de Turismo na gestão anterior, ele abriu a metralhadora giratória contra o Paço.

AS RAZÕES DA RAZÃO

O alvo maior foi o prefeito Ceron e o secretário Marião. A razão dos disparos foi a afirmação oriunda da prefeitura de que não existe contrato entre o município e o Sindicato de Restaurantes e Bares para a cedência do prédio da entidade para o turismo. “O prefeito mente. O Marião mente. Perguntem para o César Alves”, apontou, referindo-se ao fato de que o presidente do Sindicato tem o contrato.

Segundo Flavinho, houve um contrato com a entidade. Aponta que o município inclusive promoveu melhorias no local na relação que previa encontro de contas em relação ao IPTU. O ex-secretário de Turismo lembra que a prefeitura não pode acessar um prédio privado sem remunerar pela ocupação. Há ainda um teor bastante forte de críticas de Flavinho à administração em relação a outras questões que envolvendo as peleias do Paço.

POR OUTRO LADO

Consta que o contrato que existiu não foi renovado na atual administração. Porém e nesse caso, a prefeitura não poderia gastar qualquer valor, nem pagamento de energia elétrica, num imóvel que não lhe pertence. Exceto se estabelecer uma relação contratual sobre isso, justificando qualquer aporte.

OU SEJA

Se tiver contrato há erro porque o Turismo permitiu realização de evento privado na sede de sua estrutura e se não houver contrato também existe incorreção porque não se pode colocar dinheiro público num prédio privado, sem que haja relação contratual que permita isso.

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