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A prisão de outro (mega) prefeito

DEPOIS DE CERON É A VEZ DE PONTICELLI SER PRESO PELA FORÇA TAREFA QUE INVESTIGA O ESCÂNDALO DO LIXO

Era quinta-feira, 02 de fevereiro, quando conversava com um interlocutor em um dos principais escritórios de advocacia em Florianópolis. Por telefone indagava sobre novidades a respeito da prisão do prefeito Ceron. Sem fato novo, devido ao sigilo do procedimento, veio apenas uma observação. “O próximo vai ser o Ponticelli. Aguarde para ver”. Até no programa A Hora da Corneta daquele dia, ao repercutir a prisão do prefeito Ceron observava, sem citar o nome de Ponticelli, que tinha informação de que ‘mais gente graúda’ seria presa.

DITO E FEITO

Nesta terça-feira, 14, estourou a terceira fase da operação Mensageiro, exatamente com a prisão do prefeito Joares Ponticelli. A razão é a mesma da prisão dos outros seis prefeitos, inclusive o de Lages: delação da primeira fase da referida operação do Gaeco deflagrada no 6 de dezembro do ano passado. As provas e os depoimentos deram à desembargadora Cintia Beatriz da Silva Bittencourt Schaefer a segurança para atender o pedido do Gaeco e deferir o mandato de prisão preventiva contra Ponticelli.

E se em um escritório de advocacia era sabido que Ponticelli seria o próximo preso, por certo, apesar do caráter sigiloso do processo, o próprio prefeito de Tubarão já sabia do desdobramento. Mas mesmo assim ele manteve a rotina de trabalho, inclusive na semana passada se sentou com outros líderes progressistas e o governador Jorginho para colocar o PP no governo de SC. É o que se visualiza no registro acima de Ponticelli (à direita) com os progressistas e Jorginho no registro que foi divulgado do encontro

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