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Granizo afeta 600 hectares na Coxilha Rica

ESTIMATIVA É DE ÁREA CULTIVADA NAS LAVOURAS DE SOJA DE ASSOCIADOS À COPERCAMPOS. GRANIZO CAUSOU PREJUÍZOS EM CURITIBANOS E CAÇADOR

“Na região de Coxilha Rica, as primeiras estimativas da Copercampos são de que o temporal atingiu mais de 600 hectares de soja de associados. A equipe técnica está avaliando os campos de produção a fim de quantificar as perdas”. Essa informação é da versão digital do jornal O Celeiro de Campos Novos na cobertura do granizo que afetou Serra, Meio Oeste e parte da região do Contestado na tarde de sexta-feira, 18.

Também do Jornal O Celeiro, esse registro ilustra como ficaram as plantações de soja afetadas pela chuva de pedra que atingiu desde Curitibanos até Campos Novos e Lages. Ainda não há estimativa de perdas e nem do total de áreas afetadas

O QUE SÃO 600 HECTARES?

Quanto falamos em 600 hectares, isso equivale a 6 milhões de campo. Ou 6 milhões de metros quadrados de área.

TEMPESTADE DE PEDRA DE GELO

Assim como em Urupema na quinta-feira, 17, a tempestade de granizo durou cerca de 30 minutos. Mas o suficiente para afetar lavouras, causando perdas não só na plantação de soja, mas nas lavouras de tomate, especialmente de Lebon Régis, além do feijão que está em fase final de cultivo e se constitui uma cultura muito exposta a prejuízos diante de um temporal do gênero. Quem percorria a SC-120 (entre Curitibanos e Lebon Régis) no sábado às 10 horas da manhã, ainda avistava o gelo acumulado da chuva de pedra do dia anterior. “Nunca vi uma coisa dessas na minha vida”, relatou o autor de um dos vídeos que ilustravam a situação.

Esse registro é da PMRv que cuida da SC-120 (a mesma estrada entre o Cerrito e Curitibanos) no trecho em direção a Lebon Régis mostrando como o gelo se acumulou não só na rodovia, mas nos campos e plantações

Houve quem parasse na beira da estrada aguardando a formação de trilhos ao meio ao gelo para seguir viagem. Os caminhões abriram o caminho, especialmente no trecho onde a tempestade se concentrou

Fotos: Jornal O Celeiro e PMRv/Divulgação

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