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Saneada a dívida do Hospital Santa Clara

NÚMEROS EVIDENCIAM O TRABALHO DE GESTÃO NESSES 25 MESES DE INTERVENÇÃO PARA SANEAR A DÍVIDA NO HOSPITAL DE OTACÍLIO COSTA

Este 6 de junho marca exatamente o transcurso de 25 meses desde que o prefeito Fabiano Baldessar (MDB) baixou o decreto com a intervenção administrativa no Hospital Santa Clara. A providência ocorreu devido ao risco da instituição entrar em colapso financeiro e deixar de prestar o atendimento à população de Otacílio Costa e Palmeira.

PROVIDÊNCIAS

Nesse período, com o decreto de intervenção sendo prorrogado mais de uma vez – inicialmente era para 180 dias – vem se operando uma verdadeira cirurgia de gestão financeira. Além daqueles valores apurados quando da intervenção, surgiram outros débitos, totalizando quase R$ 7 milhões. Iniciou-se a negociação, parcelamento e pagamento de débitos, permitindo que a situação, aos poucos esteja menos complicada.

TRANSPARÊNCIA

Uma das cautelas, desde os primeiros passos da intervenção, tem sido a publicação dos números. Todo mês a gestora Beatriz Mesquita Alves – ela é a interventora administrativa -, exterioriza os dados sobre arrecadação, despesas e o controle da dívida. Para se ter ideia, em maio as receitas totalizaram R$ 692.812,70 e as despesas R$ 516.415,41. O superávit no mês de R$ 176.397,29 se direciona ao pagamento de dívidas e evidencia a situação sob controle.

Os números acima são de maio e quase a metade da receita do Hospital Santa Clara vem do repasse da Prefeitura de Otacílio Costa (R$ 260 mil). Esses R$ 12 mil que a Prefeitura de Palmeira repassa é para o hospital fazer o atendimento de urgência e emergência aos munícipes daquele município.

NÚMEROS DA DÍVIDA

Os dados apontam o que se conseguiu resolver nesses 25 meses de gestão intervencionista, com o foco de manter o hospital funcionando e, aos poucos, eliminar de forma gradativa a dívida contraída em épocas passadas.

EXPLICAÇÃO I – Esses dados acima resumem o saneamento feito nas finanças do hospital Santa Clara. A dívida lá de maio de 2021 (seta preta) era de R$ 6,6 milhões e apareceram mais R$ 312 mil (seta vermelha) quando da chamada de credores.

EXPLICAÇÃO II – Desses quase R$ 7 milhões (R$ 6.947.294,31) foram pagos R$ 3,3 milhões e a dívida atual é de R$ 3.660.252,28 (seta azul)

EXPLICAÇÃO III – Nesses R$ 3.378.838,34 que foram resolvidos, um total de R$ 1.100.164,95 se refere ao perdão de parte da dívida com a Celesc, a partir de uma lei do então governador Moisés.

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