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Impeachment protocolado na Câmara

PELO MENOS O PEDIDO PARA ABERTURA DO PROCESSO JÁ ESTÁ NA SECRETARIA DO LEGISLATIVO PARA LEITURA EM PLENÁRIO

Anuncio feito, documento elaborado e o vereador Jair Júnior (Podemos) esteve no legislativo lageano na tarde desta segunda-feira, 06. Cerca de 3h antes do início da primeira sessão do ano, ele protocolou o arrazoado de conteúdos embasando o pedido de impeachment contra o prefeito Antonio Ceron.

O documento foi protocolado na secretaria da Câmara e relata as circunstâncias que levaram o prefeito à prisão e, por causa disso, o entendimento de ser motivo suficiente para a abertura do processo

POLESE VOTOU PELO

IMPEACHMENT DE ELIZEU

Como a vida na política dá voltas. Depois de ser preso e após ter retornado ao cargo, o então prefeito Elizeu Mattos foi alvo de um processo de impeachment. Na época os vereadores Gerson dos Santos (então no MDB), Luiz Marin e Juliano Polese (ambos do PP), formavam a CPP – Comissão Parlamentar Processante. Os três votaram pela admissibilidade do processo de impeachment. O assunto foi a plenário e, a partir de uma boa articulação, Elizeu Mattos conseguiu evitar a perda do mandato através de impeachment.

DAQUELE TEMPO

Quando o impeachment de Elizeu Mattos foi apreciado era a segunda quinzena de outubro de 2015, menos de um ano após a prisão (ocorrida em 5 de dezembro de 2014). Elizeu havia retornado ao cargo do qual foi afastado, a partir de uma liminar. Se o impeachment se consumasse, ele perderia a função. Na votação não houve voto suficientes pela degola e ele viria a renunciar ao cargo, apenas em outubro do ano seguinte (2016) com o mandato sendo concluído por Toni Duarte, o vice. Sete anos e alguns meses depois o assunto volta ao noticiário!

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