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Pandemia: Iniciativa ajudará ‘atingidos’

CDL E ACIL LIDERAM CRUZADA DE ARRECADAÇÃO DE ALIMENTOS, PRODUTOS DE HIGIENE E LIMPEZA

Se uma única pessoa que ler esse post decidir ajudar já terá sido válido o compartilhamento dessa informação. CDL, Acil e várias entidades e instituições se uniram na campanha Lages, Juntos pela vida. Ideia é arrecadar itens como alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza em geral para doar às pessoas que foram, de alguma forma, atingidas, afetadas, por causa da pandemia.

VULNERÁVEIS EM LAGES

Há um cinturão de pobreza em Lages (tal qual existe em outras partes do País em cidades do porte da nossa). E essa população sofre de forma mais acentuada os efeitos da pandemia. Daí a cruzada de arrecadação, incluindo ainda itens de prevenção à Covid-19 (como máscara e álcool gel).

Evidenciando a seriedade da iniciava, acima estão alguns dos apoiadores da campanha…

Aqui o lançamento da campanha com participação da PM, Exército, Bispo Dom Guilherme e representantes da Câmara de Vereadores e entidades empresariais

QUER AJUDAR?

Não importa se você pode dar 1 kg de sal ou 5 kg de arroz. Importa que você pratique esse gesto. Tudo será contabilizado, acompanhado e distribuído aos carentes e, mesmo sem expor as pessoas beneficiadas, você saberá a destinação adequada dessa doação.

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3 comentários para: “Pandemia: Iniciativa ajudará ‘atingidos’”

  1. Edson esperamos a informação de como será feita essa captação, que penso ser em lugares onde todos circulam, supermercados por exemplo, não se pode circular muito, por isso é procurar lugares mais acessíveis para a entrega, VAMOS AJUDAR

  2. Toda doação para ser benéfica a quem recebe precisa ser aceita não só pelo valor material, mas também, pelo valor moral e simbólico que representa. E ao doador será benéfica quando feita espontaneamente e sem esperar nada em troca.

    Essa iniciativa é válida, contudo, paliativa e parcial, focada pontualmente em dois dos efeitos resultantes da pobreza: a fome e a higiene.

    Outros efeitos da pobreza estão à vista de todos, tais
    como:
    falta de trabalho digno e renda;
    falta de roupas e calçados;
    falta medicamentos;
    falta de educação escolar;
    Falta de moradia, luz, água, gás, etc.

    Sem esquecer é claro, os efeitos negativos que o desnível econômico e social produzem na saúde física, psíquica e mental, baixando a moral e a auto-estima, tornando-os cada vez mais dependentes, seja pela:
    perda do poder de compra e de pagamento;
    exacerbada e sistemática elevação dos preços de produtos e serviços;
    inclusão dos nomes em cadastros de restrições a créditos, empréstimos e financiamentos;
    inclusão em processos de cobranças via judiciais.

    Infelizmente, parece que esse “cinturão de pobreza” tende a crescer, pois, se medidas desmedidas continuarem sendo praticadas, os resultados invariavelmente mostrarão acentuada divisão e exclusão sócio-econômica sobre os mais pobres, que passarão a ser meros espectadores da excessiva ganância e concentração de riqueza.

    A indagação que fica é:

    até quando suportarão medidas tão somente paliativas?

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