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Judiciário segue em home office

MAS PRODUTIVIDADE EM SC SÓ PERDE PARA SP

Poder Judiciário de Santa Catarina, diante do aumento de casos confirmados e de mortes causadas pela pandemia do novo coronavírus em Santa Catarina, reforçou sua posição de priorizar a saúde de magistrados, servidores, operadores do direito e jurisdicionados e assim manter os trabalhos no sistema home office. Ao todo, 75% do território catarinense chegou à situação de alto grau de contágio da doença. Agora, os 295 municípios do Estado têm pelo menos um caso confirmado da Covid-19.

DO PRESIDENTE DO TJ/SC

Judiciário mantém atividades em sistema home office e realiza sessões de julgamento por videoconferência. “Temos resolução que planeja o retorno gradual a partir de setembro, mas no dia 24 de agosto faremos nova avaliação da situação e não é certo que voltaremos. Vai depender dos indicativos. Atualmente, os índices não são nada animadores. Pelo contrário. Esta situação nos faz cautelosos nesse momento em não autorizar uma retomada”, comentou o presidente do PJ/SC, desembargador Ricardo Roesler.

PRODUTIVIDADE

Durante o período de home office, a Justiça de Santa Catarina tem números impressionantes de produtividade. Destaque ao volume de processos distribuídos (339.164), sentenciados (410.598) e baixados (558.599) no primeiro semestre deste ano. O índice de atendimento à demanda no período foi de 140%. Foram produzidos 380.166 acórdãos/sentenças desde o último dia 16 de março, além de mais de 30 milhões de movimentos processuais – quantidade superada apenas por São Paulo, que tem o maior tribunal do mundo em volume de processos.

Desembargador Ricardo Roesler aponta que o retorno presencial da Justiça Catarinense pode acontecer em setembro, mas dependerá do cenário que será avaliado na próxima segunda-feira, dia 24

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