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Kimberly e o reflexo em Correia Pinto

FECHAMENTO DA EMPRESA É PERCEBIDO NOS DADOS OFICIAIS DO DESEMPREGO CAUSADO

Como era de se esperar, devido à decisão da multinacional Kimberly Clark de fechar sua planta industrial em Correia Pinto, os dados sobre desemprego no município preocupam. Para se ter ideia, considerando apenas empregos formais (com CTPS assinadas), em dezembro ocorreram mais demissões que nos meses drásticos da Covid-19 no município.

NÚMEROS OFICIAIS

DE CORREIA PINTO

De acordo com o Caged (estrutura vinculada ao Ministério da Economia que faz acompanhamento do mercado formal de empregos no País), ocorreram 172 demissões a mais que as contratações no mês de dezembro em Correia Pinto. Desse número, 164 foram na indústria. A pandemia havia causado o fechamento de 161 vagas no município.

2020 DE CORREIA PINTO

O saldo da geração de empregos na quarta maior economia da Serra Catarinense somente não foi mais complicado porque em janeiro do ano passado se registrou um número de 142 vagas a mais geradas que as demissões. Em setembro outro dado positivo: 123 vagas a mais. Durante o ano, foram 382 vagas no total geradas e 376 empregos fechados, fechando ainda com um dado tímido, mas positivo de 6 vagas.

Não fosse a pandemia e também o fechamento da Kimberly, Correia Pinto teria convivido com a melhor realidade em geração de empregos de todos os tempos, no último ano de mandato de Celso Rogério (esquerda). Mas agora cabe a Edilson dos Santos gerenciar essa realidade econômica de contrastes no município

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