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Lages: 5 anos da tempestade de granizo

Eram 15h30min daquela segunda-feira, 13 de outubro. Sem nenhuma previsão prévia – já que é difícil prever tempestade daquela natureza com antecedência, de repente Lages se viu bombardeada pela maior tempestade de granizo de sua história recente.

O temporal durou 20 minutos e atingiu, de alguma forma, pelo menos 100.000 pessoas. Coberturas foram danificadas, vidros quebrados, veículos afetados, enfim, o rastro de destruição era visível em qualquer lugar da cidade.

MEDO CONSTANTE

Passados esses 5 anos, desde aquele outubro de 2014, o lageano não esconde certo receio da ocorrência de alguma tempestade do gênero. As pessoas estão mais atentas à previsão do tempo. E não falta quem indague ao ver o céu ficar mais escuro pras bandas da Vacaria: Será que vai dar granizo?

Uma ideia da aglomeração na frente da rodoviária de pessoas atingidas pelo temporal de granizo que foram em busca de cobertura (lonas) em caráter emergencial, temendo que voltasse a chover em Lages

Coronel Souto Maior, então comandante do 10.º BEC, colocou o Exército em ação para ajudar a cidade. No registro a autoridade militar dialoga com o então governador Colombo e o diretor do Cedup, professor Aldo Spessato, com a cobertura saraivada pelo granizo

As coberturas de residências foram sendo recuperadas num espaço de tempo não muito grande. Mas a marca maior do granizo foi na frota de veículos. Pelo menos uns 20% dos veículos apresentava algum tipo de avaria, sendo que alguns circulavam dois, três anos depois ainda com marcas no capô daquelas pedradas

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