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Lages cria cargos, mas o salário…

ATENDENDO UM TAC COM O MINISTÉRIO PÚBLICO, TRÊS FUNÇÕES PASSAM A INTEGRAR O CARGO DE SERVIDORES DO MUNICÍPIO. A REMUNERAÇÃO, ENTRETANTO, É BAIXÍSSIMA

É do conhecimento coletivo que o Ministério Público efetuou a compra do Museu Thiago de Castro, da família de seu criador e repassou à gestão do município de Lages. Entretanto, havia uma pendência. O quadro de funcionários da prefeitura não dispunha de profissionais com formação para atuar na estrutura. Diante disso, houve a assinatura de um TAC (termo de ajuste de conduta) entre as partes para a criação dos cargos e, posteriormente, a contratação.

NESSE SENTIDO

Foi parar na Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Complementar 002/22 criando os cargos efetivos de museólogo, historiador e arquivista ao quadro geral de pessoal da administração municipal. A exigência para o cargo de museólogo é o curso superior em Museologia e registro no Conselho ou Órgão Fiscalizador do Exercício da Profissão. Para historiador, o curso superior em História. Já o curso superior em Arquivologia e o registro na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho é o que se pede para a função de Arquivista.

SALÁRIO BAIXÍSSIMO

Apesar da sequência de exigências observada acima, chama atenção a baixa remuneração aos referidos profissionais a serem contratados através de concurso público (provavelmente a ser feito depois da reforma da previdência). Para trabalharem 4 horas por dia, aqueles que se interessarem pela função receberão menos que o salário mínimo vigente.

Naturalmente que o valor é o base, com alguns adendos a tal remuneração. Mesmo assim, com as qualificações referidas, constitui-se um montante absolutamente baixo

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