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Lages diz sim ao Plano 1000

DOCUMENTO OFICIAL ENDEREÇADO AO GOVERNO DO ESTADO CONFIRMA QUE O MUNICÍPIO QUER OS R$ 157.000.000,00 NOS PRÓXIMOS 5 ANOS PARA INVESTIR EM OBRAS ESTRUTURANTES DE DESENVOLVIMENTO

Logicamente que não se esperava outra coisa, mas era necessário colocar no papel, assinar e despachar a concordância com o regramento do chamado Plano 1000 cujo nome foca exatamente aquilo que se propõe: destinar o equivalente a R$ 1.000,00 por habitantes aos municípios catarinenses contemplados pela iniciativa liderada pelo governador Moisés.

Coube ao prefeito interino, Juliano Polese, encaminhar os dados burocráticos à Casa Civil sobre a adesão de Lages ao referido Plano.

ISSO É PARA QUANDO?

O Plano 1000 consiste no repasse do montante de R$ 157.000.000,00 para Lages no espaço de 5 anos. Logicamente que o que, em tese está garantido é o valor do primeiro ano, equivalente a R$ 36.400.000,00 para Lages. As demais ‘parcelas’ dependerão da reeleição do governador Moisés, até porque, outro gestor dificilmente assumiria o Governo do Estado e manteria o estilo de gestão municipalista do atual.

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Por causa da não garantia de que haverá parcelas futuras – porque isso dependerá do resultado da eleição – é preciso planejar com cautela. Lages não pode, por exemplo, pegar o montante previsto para este ano e investir, por exemplo, no asfaltamento da Coxilha Rica de custo superior a R$ 100 milhões. Isso sem a garantia que terá todo o aporte para a obra. Seria um fiasco histórico. Logo, por mais que se pretenda ‘enfiar goela abaixo’ tal asfaltamento (incutindo na opinião pública que é ‘desejo coletivo’ de meia dúzia), é preciso deixar para pensar isso na sequência do Plano 1000.

POR ENQUANTO, O QUE FAZER?

Essa primeira parcela poderia, prontamente, ser empregada em ações de desenvolvimento mais urgentes, que não deixam de ser estruturantes, como o combate às inundações em Lages. Mas se a ideia for destinar a verba para uma obra que mescle estrutura e desenvolvimento econômico, poderia se investir na construção de um viaduto ou travessia em forma de túnel, nas imediações da Estação Ferroviária, para fazer a travessia até o bairro São Miguel. Tão obra beneficiaria a área industrial daquele bairro, aliviaria o fluxo de veículos que se espremem na Avenida Presidente Vargas (viaduto da Penha) e daria maior mobilidade nessa parte de Lages. Ou seja, como essa, há inúmeras outras ideias que mesclam o conceito estruturante e embasam o propósito de desenvolvimento econômico. Logo…

Não chega a ser um desenho, mas uma foto sobreposta com a seta indicativa de onde há a necessidade de se construir um viaduto ou túnel para travessia da linha férrea

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A alternativa de trânsito na Ferrovia para esse segundo acesso ‘dos lados da Penha’ para o Centro ocorre porque a empresa Rumo – Concessionária da Linha Férrea – já informou que a simples passagem dos carros por cima dos trilhos (como tem no Pisani e Guarujá) não é mais possível. Seria necessário um túnel por baixo dos trilhos ou um viaduto (naturalmente por cima) nas imediações da Estação Ferroviária.

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