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Lages: + em Saúde e – em Educação

DADOS FORAM APRESENTADOS NA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O CUMPRIMENTO DA GESTÃO FISCAL PARA UM PARLAMENTO LAGEANO QUASE VAZIO

Já se foi o tempo que qualquer dado que a Prefeitura de Lages – na gestão do Gringo – fosse apresentado no legislativo, lá estavam os vereadores (especialmente da oposição), cheios de perguntas, questionamentos e contrariedades. A coisa agora ruma para um esvaziamento estranhamente tranquilo. Foi o que se viu na audiência pública que apresentou dados referentes à execução orçamentária do segundo bimestre deste ano (março a abril) e do primeiro quadrimestre de 2022, atendendo a determinação da Lei de Responsabilidade Fiscal no quesito transparência das contas públicas.

DADOS NÃO SÃO CONSOLIDADOS DO ANO TODO

A execução orçamentária pressupõe uma peça cujos dados devem fechar no período de 12 meses, atendendo índices previstos em lei. Essa prestação de contas periódicas em locais públicos, integra o rito da lei acima citada. Logicamente há um tempo enorme para programar e executar investimentos nos setores diversos. Logo, não é uma inconsistência de índices no início da caminhada deste ano que colocará a gestão em pecado. Mas na Educação, por enquanto, Lages ‘não está passando de ano’.

Esses foram os dados momentâneos do período citado sobre a aplicação dos recursos e consolidação da peça orçamentária. Se os investimentos na Saúde estão além daquilo previsto na legislação, a área da Educação precisa de um gasto a maior nos próximos meses para fechar dentro do 1/4 da arrecadação.

DESPESAS COM PESSOAL NUMA

REALIDADE TRANQUILA

Se observa na prestação de contas a realidade tranquila (em termos de índices) nos gastos com a folha de pagamento do funcionalismo. Considerando somente o pessoal mantido pelo Paço, o percentual não chega a 40%. Há uma folga próxima a 15% de gastos com pessoal. Se os pequenos municípios surfam beliscando o limite prudencial (51% a 54%), Lages está numa posição bem mais cômoda. Embora os gastos com servidores supere a marca mensal dos R$ 20 milhões.

Secretário Arruda e os vereadores Freitinhas e Agnelo Mirante na apresentação dos dados orçamentários no legislativo

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