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Lages liberaria uso ou não de máscara?

PODE LIBERAR. MAS NÃO DEVERIA. O NÚMERO DE PESSOAS COM A COVID-19 SE MANTÉM NUM PATAMAR SEM REDUÇÃO, APESAR DE OUTROS BONS DADOS

Decreto em Criciúma tornou facultativo o uso da máscara em locais públicos, para pessoas com o ciclo vacinal completo. Mas esse tipo de medida é temerária, considerando a dificuldade para saber quem está com as duas doses andando na rua, quem renunciou o direito de aplicar a vacina. Enfim, a própria decisão em Criciúma é questionável, visto que são 99 pessoas com Covid-19 ativa, sendo 27 internadas, das quais 13 na UTI.

LAGES PODERIA LIBERAR A MÁSCARA?

A gente sabe que o secretário Claiton Camargo de Souza e o próprio prefeito Ceron recebem pressão para derrubar o uso da máscara em locais públicos. Entretanto, a prudência, a cautela, sugere exatamente o contrário. Os dados abaixo apontam 164 pessoas com a doença ativa. Conhecemos muitas pessoas que se negaram a tomar a vacina (sim, tem isso em Lages) e a máscara acaba se constituindo um instrumento de reforço de prevenção e cautela.

Por causa do pulso firme na gestão da vacinação e outras ações, temos uma realidade relativamente controlada, apesar daquelas 164 pessoas com a doença (conforme o boletim da noite de sábado). Daí acenar a liberação do uso da máscara se constitui a ideia de causar a impressão que está tudo sob controle. E isso é temerário.

DAÍ QUE…

Manter o uso da máscara e a adoção de práticas preventivas, constitui-se a medida mais inteligente a ser adotada pelos gestores do município. Até porque, não será uma medida assim (da não obrigatoriedade do uso de máscara) que irá alterar alguma coisa na economia, no comércio, no cotidiano das pessoas. Naturalmente, é apenas opinião porque os gestores saberão o que fazer.

Já estivemos com o risco moderado (azul), mas a classificação voltou a colocar a região onde está Lages nessa realidade apontada no mapa

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1 thought on “Lages liberaria uso ou não de máscara?”

  1. Edson, veja que toda essa argumentação vacinal de “proteja o outro” cai por terra, porque a vacinação não inibe a transmissão.

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