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Mais reforço na fiscalização do trânsito

DIRETRAN LICITA RADAR MÓVEL E LOMBADAS ELETRÔNICAS PARA FISCALIZAR O TRÂNSITO DE LAGES

Definitivamente o motorista lageano não tem outra opção: precisa se submeter às regras do CTB. Algo que por sinal está fazendo de maneira mais cuidadosa desde que iniciou o sistema de videomonitoramento. Segundo Newton Silveira Júnior (Niltinho), Executivo de Trânsito, a redução no número de notificações desde aquela segunda-feira, 13 de março, quando iniciou esse tipo de fiscalização caiu pela metade em Lages. “Tivemos uma redução de mais de 50% no número de autuações”.

O Executivo de Trânsito, na central de videomonitoramento, aponta algumas situações que geram notificações nas vias da cidade

AS TRÊS PRINCIPAIS CAUSAS

O Executivo de Trânsito aponta que o estacionamento em vaga reservada para carga/descarga é o principal motivo das notificações oriundas do videomonitoramento. Em segundo lugar está a falta de cinto de segurança e o terceiro é o uso de película escura no vidro dianteiro do veículo. Tudo isso registrado pelas câmeras e motivador de emissão das notificações. O uso do aparelho celular enquanto dirige (ou parado no semáforo) não aparece entre os maiores causadores de notificações.

REFORÇO NA FISCALIZAÇÃO

Depois do sistema de videomonitoramento que está em operação, vem novas aquisições – que não são novidades – para ajudar na fiscalização de trânsito. Está em fase de licitação a compra de radar móvel para que os Agentes de Trânsito fiscalizem excesso de velocidade e ainda equipamentos para identificar motoristas ‘furões’ e mais as chamadas lombadas eletrônicas, os redutores eletrônicos de velocidade. Tudo para tornar o trânsito mais seguro.

Tem sempre um agente da autoridade de trânsito de olho nas vias da cidade, a partir das 87 câmeras instaladas pela Diretran. Em caso de comportamento em desacordo com o CTB, o Agente tem o poder/dever de providenciar a notificação

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1 thought on “Mais reforço na fiscalização do trânsito”

  1. Edson, muito discutível autuar os motoristas pelo fato da película ser escura no vidro dianteiro. A legislação atual permite que o nível de transparência seja de no mínimo 70% no para-brisa. Inclusive, deve ser realizada a medição de transmitância luminosa.
    É impossível verificar a transferência apenas por câmeras, o motorista deve ser abordado para ser realizada a medição de transmitância luminosa.

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