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Mantida prisão domiciliar de lageano

PEDIDO DA DEFESA ERA PELO FIM DA PRISÃO DOMICILIAR OU AMPLIAÇÃO DO RAIO DE RESTRIÇÃO

Na véspera do feriado da semana que vem o ex-secretário da Semasa, Jurandi Agustini, completará 9 meses de restrição de sua liberdade em decorrência da operação mensageiro. Ele permanece desde meados de fevereiro em prisão domiciliar em uma de suas residências em Jurerê, Florianópolis. Por causa de complicações decorrentes da saúde, seus advogados entraram com pedido para revogar a prisão domiciliar. E em não se deferindo essa solicitação, que lhe fosse permitido circular em raio maior para acessar tratamento médico e até atividades físicas.

DESDOBRAMENTO

Como o processo que o envolve corre na 2ª Vara Criminal da Comarca de Lages, ao chegar a solicitação, a mesma foi encaminhada para o Ministério Público opinar. Entendendo que já houve flexibilização permitindo que haja o atendimento médico e vivência domiciliar, a Promotoria de Justiça opinou pelo indeferimento da solicitação. O Judiciário entendeu na mesma linha e não atendeu o pleito, sem alterar a medida restritiva de liberdade, com a prisão domiciliar mantida.

Dos agentes públicos de Lages envolvidos na operação mensageiro, o ex-secretário e ex-diretor são aqueles que têm maiores restrições, enquanto corre os processos da operação mensageiro.

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