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Mercado: Ocupação precisa de celeridade

JÁ HÁ LEI SOBRE OCUPAÇÃO DO MERCADO PÚBLICO

A norma foi aprovada pela Câmara de Vereadores no mês de julho. Desde o mês passado, portanto, o conjunto de regras para que os 42 boxes do Mercado Público restaurado seja ocupado por comerciantes e/ou entidades e instituições. Cada box terá um edital de concessão com custo definido por metro quadrado. As despesas gerais do mercado serão divididas entre aqueles que irão operar na estrutura, numa espécie de condomínio.

SOBRE A LICITAÇÃO DEMORADA

“Ainda não lançamos o edital porque precisamos ter uma data certa para a inauguração. Queremos entregar o Mercado Público em pleno funcionamento, mas os usuários terão um prazo de 60 dias para se instalar nos seus respectivos espaços”, explica Amauri Bacci, Diretor de Desenvolvimento Econômico, área responsável por definir a ocupação.

MAS

A afirmação acima, no entanto, não faz sentido. O edital deveria ser lançado imediatamente, independente da data da inauguração, para que os futuros ocupantes tenham tempo para se organizar e daí sim o mercado ser inaugurado já em funcionamento. Já existe a lei. E se foi elaborada a lei é porque já há as normas pré-estabelecidas de ocupação.

ATÉ PORQUE…

Se houver demora pode ocorrer igual o Calçadão que foi inaugurado há nove meses e até agora a estrutura que era para ser ocupada por comerciante a partir de licitação e concessão é uma verdadeira tapera, desabitado.

Essa é a ala nova construída entre o antigo mercado e a estrutura que pertencia à SAMT

Aqui uma ideia do mercado antigo e ali à direita a ala nova. Na frente (rua Hercílio Luz) está ocorrendo a recomposição do pavimento em paralelepípedo

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