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Mercado Público: “Gente querendo emperrar”

“Mais um querendo emperrar as coisas para Lages”.

Sem citar este ou aquele nome, mas se referindo a gente da cidade, prefeito Ceron reagiu com a frase acima diante da indagação sobre o que havia achado do IAB – o instituto de arquitetos – ter questionado à Prefeitura e ao Ministério Público a alteração do projeto de revitalização do Mercado Público.

O QUE QUER SABER O IAB?

O presidente desse instituto em âmbito de Santa Catarina, talvez por desconhecer a realidade dos fatos, do projeto e até da cidade, questionar as razões da não adoção do projeto vencedor do concurso para a revitalização do Mercado Público. Cita ainda que o projeto que era de R$ 7 milhões vai custar R$ 9,7 milhões pelas informações obtidas. “Recorremos aos vendedores do concurso para fazer adaptações. São eles que orientaram o projeto. Não há desrespeito e nem descumprimento. Há desconhecimento de quem está questionando, induzido por pessoas”, disse o prefeito Ceron.

ESTACIONAMENTO SUBTERRÂNEO

O projeto original previa um estacionamento subterrâneo o Mercado Público. E passou a existir receio dos gestores públicos sobre o que poderia ocorrer no local e imediações com as escavações. Daí a opção em suprimir as escavações e, naturalmente, o estacionamento. “Uma providência preventiva. Não sabíamos o que encontraríamos. Poderia ser uma intervenção que arrastaria por muito mais tempo o andamento dessa obra. Mas a supressão do estacionamento subterrâneo ocorreu pelos autores do projeto, traçando-se alternativa ao projeto”, aponta o prefeito.

CUSTA R$ 2.700.000,00 A MAIS?

Ceron se irrita quando faz referência ao aumento do valor da obra, mesmo com supressões. “Não existe aumento do valor da obra. Pelo contrário. Ela custaria R$ 7 milhões e foi licitado para custar pouco mais de R$ 5 milhões”. E o prefeito conclui. “É gente daqui querendo emperrar as coisas. É lamentável”.

Prefeito explica que houve a supressão da ideia inicial de implantar um estacionamento subterrâneo no mercado público (esse da imagem do Matheus Schmitt com os carros estacionados em oblíquo).

E Ceron cita que o projeto não aumentou de valor. Pelo contrário, teria diminuído cerca de R$ 2 milhões

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