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Moisés combate fake dos combustíveis

ATÉ O EX-GOVERNADOR COLOMBO É ALVO DE CONTEÚDO COMPARTILHADO DE FORMA OFICIAL PELO ESTADO POR CAUSA DA ATUALIZAÇÃO DO PREÇO MÉDIO PONDERADO

Nas redes sociais ex-governador Colombo escreveu: “A partir de hoje, o preço da gasolina comum em Santa Catarina passou de R$ 5,04 para R$ 5,40 (…). A alta de 7,1% é porque o Governo de SC atualizou o valor usado para calcular o ICMS sobre os combustíveis”.

Assessoria do Governo Moisés dispara: “Circulam nas redes sociais informações falsas de que o Governo do Estado de Santa Catarina teria aumentado o imposto da gasolina. As publicações contêm informações falsas, incompletas ou enganosas”.

Governo do Estado explica mais: “A alíquota do ICMS continua igual, em 25%, o menor percentual do Brasil. O valor efetivo cobrado de imposto sobre cada litro varia conforme os preços praticados pelos postos de combustíveis, sem ingerência dos governos estaduais. Mensalmente é realizada pesquisa para determinar o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que é convalidado no Confaz por todos os Estados. Este procedimento é padronizado e independe de quem exerça a gestão nos Estados”.

Como era quando Colombo era governador: “No período de oito anos encerrados em 2018, por exemplo, o PMPF aumentou 63%. Em 2021, Santa Catarina ficou três meses sem reajustar o parâmetro, à espera que a Petrobras diminuísse os preços praticados, o que não ocorreu”. Informa a nota do atual governo.

Colombo ainda escreveu sobre o tema: “Só para você ter ideia do tamanho do sacrifício que estão impondo aos catarinenses, o Paraná que também atualizou o valor, teve uma alta de 1,8%, percentual muito inferior ao catarinense”. Mas daí vem a nota do Governo Moisés e lembra que SC cobra 25% de ICMS sobre o combustível. E o Paraná 29% enquanto no RS o percentual é de 30%. Ou seja, o ICMS de Santa Catarina é o mais baixo nos estados do Sul.

A informação da assessoria do governo Moisés aponta que no período de Colombo houve uma ‘atualização’ de 63% na média ponderada dos preços dos combustíveis e considera o conteúdo colocado nas redes sociais, inclusive pelo ex-governador como sendo “publicações contêm informações falsas, incompletas ou enganosas”.

Num debate onde ninguém tem razão, adivinha quem vai gastar mais para abastecer?

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