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Criada ‘vacina’ contra os respiradores

TEXTO QUE ESCREVEMOS PARA O JORNAL CORREIO DOS LAGOS UTILIZANDO A VOTAÇÃO A GOVERNADOR EM ANITA GARIBALDI NO PRIMEIRO TURNO DE 2018 COMO EXEMPLO

No primeiro turno das eleições passadas, Carlos Moisés foi apenas o quarto mais votado em Anita Garibaldi com meros 293 votos. Ficou atrás de Décio Lima (1.660 votos), Merísio (1.374 votos) e Mariani (1.137 votos). E se dependesse das pesquisas eleitorais, esse cenário daqui seria o desdobramento no Estado. Mas se no pleito passado não se dava bola para pesquisa, os ventos e eventos mudaram.

Hoje o governador não dá um passo sem medir a intenção de votos dos catarinenses. Nos levantamentos para consumo interno, Moisés segue liderando em todos os cenários. Jorginho Mello é o que mais se aproxima. Embora tudo deva mudar no ajeitar das morangas nas bruacas durante o andar das carroças, quando da formação de coligações e definições de candidaturas. Mas Moisés não quer correr riscos. Daí lançou mão nesta semana de uma vacina contra os respiradores. A gente explica!

A pergunta mais recorrente na campanha que estará fervendo nesta época ano que vem, será o fiasco dos R$ 33 milhões para a compra dos respiradores que não foram entregues. O que fez Moisés? Criou um site onde explica em que pé está o repatriamento dessa fortuna aos cofres estaduais. Cita que 96,6% da montanha de dinheiro já estão laçados. Só falta puxar para os cofres, através de sequestro de bens e bloqueio de valores. Ou seja, quando os adversários tentarem colocá-lo no paredão por causa do assunto, Moisés quer estar com tudo explicado.

O conteúdo explicativo ainda presta contas do que fora feito com a não chegada dos respiradores adquiridos e que não foram entregues, para atender a demanda dos hospitais catarinenses

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