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Moisés faz lembrar Kleinubing

GOVERNADOR CONSEGUE AUTORIZAÇÃO PARA APORTAR RECURSOS ESTADUAIS E EXECUTAR OBRAS EM RODOVIAS FEDERAIS

Tem gente ainda coçando a cabeça e tentando entender, onde a vice-governadora, Daniela Reinehr, quando na interinidade do cargo, estava com a cabeça, quando vetou a lei do Executivo aprovada na Assembleia Legislativa que permitia que o Governo do Estado aportasse recursos para ajudar nas obras em rodovias federais em Santa Catarina.

Essa providência do governador Carlos Moisés, inclusive elogiada pelo Ministro Tarcísio Gomes (Infraestrutura do Governo Bolsonaro), lembra a postura do então governador Vilson Kleinubing lá na década de 1990, quando asfaltou a BR-282 entre o Canoas e Lages, passando por Bocaina do Sul. Era (e continua sendo) rodovia federal, mas lá estava a mão do Estado ajudando, tornando possível a obra. Talvez se Kleinubing não tivesse sido arrojado na época, essa ligação com Florianópolis fosse retardada, atrasando o desenvolvimento da Serra Catarinense.

SOBRE A ATUAL LEI ESTADUAL ENVIADA

PELO GOVERNADOR MOISÉS À ALESC

Já estão em vigor as leis que viabilizam a liberação de recursos dos cofres do Estado para obras em rodovias federais. Devido a importância da medida, o governador Carlos Moisés sancionou os projetos um dia após a sessão da Assembleia Legislativa que derrubou, por unanimidade dos parlamentares presentes, o veto às propostas de autoria do Poder Executivo.

AS RODOVIAS BENEFICIADAS

A partir de agora, a Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade pode dar andamento ao processo, que prevê investimentos de R$ 350 milhões em três estradas federais. São R$ 200 milhões para as obras da BR-470, R$ 100 milhões para a BR-163 e mais R$ 50 milhões para a duplicação da BR-280, entre Joinville e São Francisco do Sul. “Estamos dando um passo importante para a melhoria de rodovias essenciais para nosso Estado”, afirmou Carlos Moisés.

“As rodovias são federais, mas quem transita por elas, quem sofre nas filas e quem chora os feridos e mortos em acidentes que poderiam ser evitados são os catarinenses”, aponta o governador Moisés

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