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Nada de rua mais sinuosa do mundo

NENHUMA EMPRESA SE INTERESSOU EM EXECUTAR O PROJETO EM SÃO JOAQUIM. CUSTO DA OBRA É DE R$ 3,5 MILHÕES

O aparelho turístico para se agregar ao que São Joaquim possui de atrativo aos visitantes. Esse é o objetivo da implantação do projeto daquilo que passou a ser chamado de rua mais sinuosa do mundo. O problema reside na complexidade do projeto que faz com que empresas temam não conseguir entregar o proposto dentro dos valores fixados. A obra está orçada na licitação em valores próximos a R$ 3,5 milhões.

TERCEIRA LICITAÇÃO

Segundo Giovani Nunes, a terceira licitação aberta nesta semana também não registrou empresa interessada. “Vamos ter que rever alguma situação. Talvez o projeto paisagístico que também é contemplado na obra possa ser feito em outro certame”. É o que estuda o prefeito de São Joaquim que considera a providência uma agregação positiva ao foco de atrair visitantes e apresentar a esses, além das vinícolas e demais atrativos, essa opção para visualizar a cidade, fazer registros de frio e até da neve que com certa frequência cobre as terras joaquinenses.

O modelo foi projetado para o morro que dá sequência à rua Major Jacinto Goulart (que corta a área central de São Joaquim). A complexidade da obra e o valor fixado na ordem de R$ 3,5 milhões desencoraja empresas a apresentar propostas e tocar o projeto

LEMBRANDO QUE…

As duas primeiras licitações também não tiveram empresa interessada. Inicialmente a ideia era executar a obra com recursos de um convênio com o governo estadual. Agora a verba é oriunda de um financiamento junto à Caixa Econômica, o Finisa. “Vamos insistir. Nosso município merece agregar essa ferramenta ao roteiro turístico que atrai visitantes”, garante o prefeito Giovani Nunes.

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