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Nei e Katsumi: Episódio da Câmara

RESPEITO SIM, MAS TRANSFORMAR A QUESTÃO EM BRIGA POLÍTICA…

Quem conhece o trabalho de Nei Casa Nossa especialmente no lado de lá dos trilhos do trem – região do Guarujá, Pisani, Cristal, Vila Esperança e por aí vai – e ainda aqueles que vivenciam seu cotidiano, sabem do estilo do vereador do PSL. Não há no perfil do debutante na Câmara, mas não estreante em causas sociais, qualquer coisa de miseo em relação às gyne que o carimbe como simpático à misoginia.

E…

Embora ato de violência – de qualquer forma – contras as mulheres mereça repulsa, carece de não aderir ao efeito manada para transformar uma discussão acalorada de plenário, com palavras desnecessárias, num fato político que retire as prioridades mais urgentes que Lages tem para tratar (e que está tratando).

LOGO E ENTÃO

O episódio envolvendo a suplente de vereadora Katsumi Yamaguchi (PP) que, como ela diz, não está na Câmara por acaso (na verdade está por causa de uma manobra política de arrumação feita por Ceron) deveria ser tratada de forma respeitosa, superando o ocorrido com uma mea culpa e um auto-patrulhamento maior nas palavras para evitar tais episódios. Porque é nessas horas que mulheres fortes, agigantam-se e batem na mesa, no estilo: Comigo não!

BRIGA POLÍTICA

Exceto a postura elegante e sincera daquela que está vereadora e que merece solidariedade, as partes externas transformarem o fato em episódio político para pisotear o PSL é desnecessário. Até porque Ceron e sua tropa de comandados, para seguirem nas trincheiras nessa guerra por uma cidade melhor, precisam e muito do PSL. Precisam hoje, amanhã e talvez depois de amanhã.

Bater no estreante Nei Casa Nossa, cujo perfil de atuação social fala por si, para atingir o PSL, não deve nortear a postura do Paço. Inclusive porque a prefeitura precisa e depende do PSL

Sem deixar de registrar que é digna de solidariedade a vereadora que se sentiu ofendida, assim como todas as mulheres alvo de discriminação diante de qualquer circunstâncias, independente de lado partidário. Mas o episódio deve ser tratado nos limites do respeito, sem transformar a questão numa briga política que não soma para uma prefeitura que precisa do partido que se quer atacar, no caso o PSL.

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