Geral

PIB e outros parâmetros na Serra

VALOR ADICIONADO PARA 2021 COLOCA SÃO JOAQUIM COMO A SEGUNDA MAIOR ARRECADAÇÃO

Semana passada reverberamos aqui na página os dados do PIB divulgados pelo IBGE. Entretanto, esses índices chegam demasiadamente defasados porque refletem a soma de riquezas de um município ou Estado de dois anos atrás. Prova disso é que os dados apontam como foi a soma de riquezas de 2018 e a comparação com 2017.

E…

O prefeito Ceron, por exemplo, disse-nos que a realidade de índices econômicos de Lages pós 2018 é bem melhor. E tais índices (2019) somente serão divulgados pelo IBGE no final de 2021. “Considerando ainda que temos outras agregações a caminho, como da Berneck que deverá representar uma adição de quase R$ 900 mil por mês de retorno de impostos”, aponta o prefeito reeleito de Lages.

OUTRO PARÂMETRO: O IPM –

ÍNDICE DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS

O que temos de mais atual balizando os dados da economia da Serra Catarinense é o dado oficial da Secretaria de Estado da Fazenda. No segundo semestre é lançado o edital com o IPM, o índice de participação dos municípios (considerando valor agregado e arrecadação). Os municípios têm prazo para contestar os dados e, findado esse período, a Fazenda Estadual divulga os números oficialmente. Eis o que teremos para 2021:

A Secretaria da Fazenda considera o valor adicionado do ano passado (2019) para nortear a fixação do percentual de participação de cada município no retorno de impostos estaduais (ICMS).

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