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Pré-candidatos de Lages para 2022

INTERESSADOS NA DISPUTA DA ELEIÇÃO ESTADUAL DEVEM FICAR ATENTOS AO CALENDÁRIO

Faltando 18 meses para a eleição do ano que vem (não se tem previsão de alteração na data: 02.10.22) partidos e lideranças prospectam a presença na disputa proporcional de olho em vagas a Estadual e Federal. Lages tem alguns nomes se encaminhando para disputar o pleito vindouro.

Samuel Ramos foi o primeiro a me confirmar pessoalmente que pretende concorrer a uma vaga à Assembleia Legislativa pelo DEM. Ele coordena a sigla que passou a integrar na eleição do ano passado aqui na Serra.

Num projeto mais do Senador Jorginho, Marcius Machado já declarou o propósito de ir à reeleição pelo PL.

Gerson dos Santos, com apoio de Ceron e Colombo, tende a ser o nome do PSD para a disputa a Estadual

Lucas Neves, com mais cancha e musculatura política, tende a fechar dobradinha com Fábio Schiochet, sendo este à reeleição e o lageano na busca de uma vaga à Alesc, para onde ele contabilizou expressivos mais de 20 mil votos na eleição passada. A disputa será pelo PSL.

O PP deverá ter nome à Estadual. E se a ideia do vice é criar musculatura para a majoritária municipal de 2024 em Lages, Juliano Polese tende a passar pelo teste nas urnas em 2022.

FEDERAIS TAIS

É prematuro apontar quem serão os nomes à Federal com maior envergadura, a partir de candidaturas de Lages. Carmen Zanotto é nome natural. Mas há quem desenhe os passos dela integrando uma majoritária em 2022. Se vencer pode se tornar vice-governadora. Se não vencer, vem para Lages planejar a disputa de 2024, cidade que ela deseja ser prefeita.

Carmen tem quatro rumos possíveis ano que vem: Buscar a reeleição a Federal (que seria natural), integrar uma majoritária pelo Cidadania (que seria possível), concorrer à Estadual (pouco provável) ou não disputar nada, seguir na gestão da Saúde Estadual e se preparar para o projeto Lages 2024

Gabriel Ribeiro, que está atuando na advocacia em Lages, não se recolheria se chamado para o projeto a Federal pelo PSD. Tem evitado forçar, até porque andou recolhido por 30 meses das articulações e mobilizações. Mas entende que tem espólio eleitoral e, dependendo do projeto, estaria disposto a se engajar.

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