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Professores: Dia de protesto em Lages

PROFISSIONAIS ESTÃO NO LARGO DA CATEDRAL. O PREFEITO EM EXERCÍCIO JULIANO POLESE É O ALVO DA INSATISFAÇÃO

O não pagamento do piso do magistério. O percentual de reposição e reajuste na ordem de apenas 6%. As condições estruturais das 127 unidades de ensino da rede municipal. O conjunto de motivos que colocou desde a manhã de quinta-feira, 27, os profissionais de Educação de Lages na rua, na praça, no trecho. Com faixas evidenciando a insatisfação e cobrando um ‘se mexa prefeito’, o movimento cobra o atendimento da pauta de reivindicações.

Na frente da Catedral, o olhar para a prefeitura e o recado: ‘Professor na rua, Polese a culpa é tua’

Ao fundo a prefeitura de janelas fechada e aqui mais um recado ao prefeito em exercício de Lages nas faixas conduzidas pelos protestantes

SOBRE O PISO

O que o Simproel cobra é o piso do magistério que irá atender aquele profissional ACT. Trata-se do professor temporário que atua na rede municipal e não chega a receber os R$ 4.420,55 que teria direito por lei. Pelo menos 1/3 do contingente de profissionais que atuam em sala de aula são contratados. E esses não têm a remuneração no patamar do piso. Os efetivos é diferente, tendo remuneração até superior. Mas se quer também que a fixação do piso repercuta na carreira.

PARALISAÇÃO

A Secretaria da Educação – informou a Rádio Clube FM – mantém todas as atividades nas 127 unidades de ensino administradas pelo município nesta quinta-feira. Segundo a informação, este 27 de abril é considerado dia letivo normal, com retaguarda de atendimento às crianças, sem suspensão das atividades. A prefeitura estuda ‘descontar o dia parado’ daqueles que aderiram ao protesto e não darão expediente em sala de aula.

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