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Protesto silencioso da enfermagem

PROFISSIONAIS COMEMORARAM VALORIZAÇÃO COM A ENTRADA EM VIGOR DA LEI DO PISO. MAS ACABARAM FRUSTRADOS PELA SUSPENSÃO DA NORMA SANCIONADA

Sabem o que é uma categoria mirar um objetivo, torcer para que ele se torne realidade, comemorar a conquista e depois um balde de água fria ser jogado, retardando ou inviabilizando o que se conquistou? É exatamente isso que está acontecendo com os profissionais de enfermagem que foram a alegria da sanção do projeto da lei do piso pelo Presidente Bolsonaro à frustração diante da liminar do Ministro Barroso que suspendeu os efeitos da norma por 60 dias.

O QUE SE TEM FEITO?

Há uma parlamentar, Carmen Zanotto, liderando com seus pares na Câmara e Senado a cruzada em busca da garantia das fontes de custeio para garantir a efetiva aplicação do piso da enfermagem. Entretanto, o foco na campanha eleitoral pode retardar esse encaminhamento. A liminar do Ministro do STF estabeleceu 60 dias (até final de outubro) para se apontar as fontes de custeio. Logo, corre-se contra o tempo para atender isso e tornar efetiva a lei que valoriza uma das categorias mais importantes no enfrentamento à pandemia.

EXEMPLO DE VARGEM

De vários municípios surgem demonstrações de insatisfação pela realidade posta. Recebemos da vereadora Adriana Correa (PL), a Adrianinha, um exemplo de gesto silencioso de protesto para que a categoria da enfermagem tenha efetivada essa conquista que é o piso nacional. E que os entes federados busquem e apliquem a forma de custeio no impacto de aumento salarial a esses profissionais, sem que nenhum membro da categoria seja prejudicado com eventuais demissões.

Vereadora Adrianinha e suas colegas de atuação na enfermagem no município de Vargem e a demonstração de lamento por serem afetadas por decisão (a liminar do STF) que inviabilizou a valorização a uma das categorias mais importantes na ajuda às pessoas.

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