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PSD decide não grudar em Moisés

MAS O PARTIDO QUE LIDERA A ‘SALVAÇÃO’ DO COMANDANTE. POIS É, POIS É…

Se puxássemos para a versão amorosa da relação, seria algo mais ou menos assim:

– O PSD está de namoro com o governo Moisés?

– Não, não. A gente só tá ficando!

ENTÃO É ASSIM

Conforme anunciado em seus perfis de rede social, ex-governador Colombo desceu a Serra. Esteve com colegas da Executiva Estadual do PSD nesta terça-feira, 01. Da reunião foi retirada uma minuta endereçada ‘aos catarinenses’. Há uma série de argumentos de momento e a decisão de que o partido não embarcará no governo de Moisés.

Com a rubrica dos importantes do PSD, o documento cobra a reforma da previdência em âmbito de Estado, posiciona-se contra qualquer tipo de aumento de impostos e destaca a não participação do governo, que inclui a não indicação de cargos.

O QUE EXISTE NA PRÁTICA?

Passa pela costura do presidente da Alesc, Júlio Garcia, o movimento de sustentação do governador Moisés. Isso é fato consumado inclusive com a chegada do chefe de gabinete de Garcia – Eron Giordani – a principal função de articulação do governo, no caso a Casa Civil. E Júlio Garcia exerce liderança forte dentro do PSD. Haveria – e isso corre apenas nos bastidores – encaminhamentos para que o segundo pedido de impeachment (aquele dos respiradores) fosse sufocado antes de tomar o rumo do primeiro (que chegou a afastar o governador do cargo).

SIGNIFCA PORTANTO

Que existem dois PSD. Um deles dessa postura que prega distância do governo Moisés. E o outro que se coloca a ajudar o governo a, pelo menos, concluir esse mandato sem traumas maiores. Para Santa Catarina o ideal é a estabilidade política. A consequência disso é a pauta de ações para combater a pandemia e os movimentos para manter o Estado ativo e competitivo.

O PSD de Júlio Garcia num aceno de ajudar na estabilidade do Estado, o que é bom para SC e para os catarinenses

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