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Quem será o Federal do PSD?

ESTÁ LONGE DA DEFINIÇÃO, FALTANDO 350 DIAS PARA BATER MARTELO, MAS TEM GENTE FAZENDO SUAS APOSTAS

Será no dia 5 de agosto do ano que vem, portanto, daqui a 350 dias que os partidos políticos colocarão na Justiça Eleitoral a lista de candidatos à eleição proporcional no pleito do ano que vem. Dos partidos que comandam o Paço temos duas decisões e confirmações: PP e PSD terão candidatos a Deputado Estadual e Federal.

QUEM SERÁ O QUÊ PELO PP?

Pelo PP o vice-prefeito Juliano Polese tem as duas vagas para escolher: Federal ou Estadual. Mas também pode optar por continuar sendo vice, ajudando o Gringo e, quem sabe, ser o candidato para sucedê-lo em 2024. Em fazendo a segunda opção o PP colocaria seus vereadores para a disputa. Ou tentaria convencê-los nessa linha. Nesse caso, Álvaro Mondadori que está secretário e um ‘produto político’ interessante (com todo respeito, mas no marketing do meio é assim que se fala), numa referência à vereadora Katsumi Yamagushi. Jovem, fato novo, renovação. Daí a ideia de tê-la na disputa ano que vem pelos progressistas.

Polese, Joinha e Katsumi são os nomes sondados pelos progressistas para estarem no páreo eleitoral em 2022. Não por iniciativas próprias, mas projeto de grupo

A INCÓRNIA DO PSD

O partido que manda no Paço vive mesmo uma incórnia (como se referia o saudoso Madruguinha para incógnita). Mas não é incórnia ruim. O próprio prefeito Ceron já disse que o PSD terá candidato a Estadual e Federal. Por enquanto todos os indicativos apontam para que Gerson dos Santos, cuja musculatura política além das fronteiras de Lages seja uma incórnia (já que só votos de Lages não elege), seja o candidato a Estadual. A questão é o Federal.

Não é uma foto montagem, mas o registro acima dá ideia da realidade do PSD sobre o Federal. Aquele que concorrerá está ali atrás, coberto, de branco, no suspense, na incórnia

QUEM PODERIA VIR PELO PSD A FEDERAL?

O nome mais provável, na lógica de renovação, seria do vereador Agnelo Miranda, disposto, focado, cheio de propósito. Se tivesse que apostar, apostaria no nome dele como candidato. Entretanto, ainda nesta semana, um dos maiores entendedores da política no eixo Lages a Floripa me garante que sobrará a Raimundo Colombo disputar uma vaga a Federal, inclusive contrariando seu discurso de que não concorreria para essa função. Daí então a gente se recolhe e espera os 350 dias para ver quem o PSD escala, acabando com a incórnia.

Agnelo Miranda, nome natural de renovação no PSD. Mas muita coisa ainda precisa se desdobrar até se consumar esse tipo de encaminhamento às candidaturas proporcionais para 2022. Inclusive a questão sobre se haverá ou não coligação nas proporcionais. Hoje elas estão proibidas, mas a Câmara Federal já derrubou a proibição, embora o Senado acene que irá manter a regra.

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