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Repercutiu o ‘não’ a projeto de Marcius

COLEGAS DO PARLAMENTAR LAGEANO NA ALESC RECLAMAM DA REPERCUSSÃO À NÃO APROVAÇÃO DA PROIBIÇÃO DE CORRIDAS DE CACHORROS

A repercussão negativa da rejeição ao Projeto de Lei 70/2021, que proibia a realização de corridas de cães no Estado, colocou o assunto em evidência no plenário da Alesc. O projeto foi rejeitado por 17 votos a 3. Assunto motivou críticas nas mídias sociais pela insensibilidade dos 17 deputados que sepultaram a proposta.

FAKE NEWS E ETC

Deputado Tiago Frigo (PSL) afirmou que foi gerada muita fake news na imprensa a respeito desse assunto. “O projeto não estava bem escrito e não trazia nenhum benefício novo para a sociedade, uma vez que já existe uma lei federal que proíbe maus tratos a animais”. Frigo citou que em 2020 o governo federal sancionou a lei 14.064, que aumenta a punição para crimes de maus tratos contra cães e gatos. “Para que uma nova lei estadual proibindo competições? Lei penal é de competência da União”.

FOGO AMIGO NO PL

Colega de Marcius no Partido Liberal, deputado Nilso Berlanda (centro) se somou ao pronunciamento de Frigo. “Nós deputados não somos contra os animais. A gente vai fazer prevalecer o que está já criado como norma, como lei.”

O deputado lageano não concorda que o projeto tenha sido mal escrito:

“Foi bem elaborado para não gerar dúvidas e a sanção da lei penal que aumentou a punição para maus tratos foi importante, mas o projeto dele previa tipificar a proibição das corridas e multar os organizadores. Quem votou contra é porque votou contra. Não houve manipulação nem fake news. O resultado é que continuamos permitindo as corridas de cães em Santa Catarina”.

SOBROU PARA A IMPRENSA

Deputado Sergio Motta acusou a imprensa de utilizar o caso para, de forma maldosa, macular a imagem dos 17 deputados que votaram contra o projeto e disse que faltou mais clareza na explicação e na discussão do tema. Já o deputado Ismael dos Santos assumiu que não conhecia direito o projeto e lamentou que o deputado Marcius não tenha participado da votação porque a ausência dele acabou prejudicando o debate. “Faltou o esclarecimento necessário”.

POR OUTRO LADO

Existe uma má vontade muito grande dos colegas de parlamento ao deputado Marcius. Má vontade que é estendida também no núcleo do Governo do Estado. E a razão o parlamentar lageano sabe qual é. Até porque sem parcerias não se vai muito longe. E Marcius está experimentando isso!

EXEMPLO DISSO NESTA SEGUNDA-FEIRA, 06

Assessoria do deputado Marcius informa que o governador Moisés vetou o projeto elaborado pelo parlamentar que impedia a compra de medicamentos próximo da data de vencimento pelo Estado e municípios de SC. O deputado lamentou, mas não é o primeiro projeto a ser vetado pelo governador, de autoria do parlamentar. É a má vontade que a gente se refere devido à postura do deputado que tem rendido indiferença daqueles com quem ele se relaciona ao nível do mar.

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