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R$ 33 milhões: Assunto sangra em SC

Denúncia foi feita pelo site The Intercept Brasil. Conforme a reportagem, o Estado de Santa Catarina comprou da distribuidora Veigamed, do Rio de Janeiro, 200 respiradores, por R$ 33 milhões, que já foram pagos. Segundo ainda a reportagem, os equipamentos, no entanto, que deveriam ser entregues neste mês, só chegarão ao Estado em junho, com uma configuração inferior à que foi contratada inicialmente.

Assunto dominou os debates e pedidos na sessão virtual desta semana na Assembleia Legislativa. Deputados solicitaram esclarecimentos e até a ‘presença virtual’ do secretário Helton Zeferino para dar explicações sobre a aparente negociata

GOVERNADOR MOISÉS

SE POSICIONA A RESPEITO

Nada de bancar a avestruz, escondendo a cabeça e esperando baixar a poeira do problema. Nem tão pouco enviar assessor para falar a respeito. O próprio governador Carlos Moisés deu a cara a tapa nesta quarta-feira. Numa live às 12h30min falou sobre o assunto. Colocou com ele as forças de segurança que passam a acompanhar e investigar o caso. O levantamento inclui Polícia Civil na atuação externa e sindicância interna para levantar a compra absolutamente suspeita.

Assunto está gerando questionamentos e estranhamentos pela forma como foi conduzida, causando dúvidas e desconfianças. Governador falou na metade desta quarta-feira sobre o assunto

POSIÇÃO DA OPOSIÇÃO

Deputado Vicente Caropreso, na fala durante a sessão virtual do parlamento, foi leve nas ponderações, considerando que integra o PSDB onde está o candidato derrotado por Moisés em 2018 nas urnas. “O governo não se omitiu, mas a Alesc tem que ir a fundo e avaliar todo esse processo para esclarecer a sociedade”, disse Caropreso, com conhecimento em saúde, visto que é médico.

O valor elevado dividido nesse montante acima de R$ 16,5 milhões e….

…Nesse outro valor de outros R$ 16,5 milhões e que totalizaram R$ 33 milhões pagos antecipadamente por produtos que não chegaram e que teriam a configuração diferente daquilo que fora adquirido. Tudo isso gera a desconfiança e o aguardo de desdobramentos das apurações no âmbito interno (do governo) e externo (dos órgãos de fiscalização)

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