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Saúde: Lages zera algumas filas de exames

Saíram do noticiário as constantes reclamações sobre demora na realização de exames custeados pelo município de Lages. Não significa que tudo está resolvido, mas houve dinâmica que reduziu a fila para determinados procedimentos. Tanto que em alguns casos não há fila de espera.

O QUE OCORREU NA PRÁTICA?

De acordo com secretário Claiton Camargo de Souza, antes a Secretaria da Saúde trabalhava com um número baixo de cotas para autorizações de exames, sendo a maior demanda para exames de ressonância em que eram autorizados 98 exames mensais. “Tínhamos um número limitado de autorizações, enquanto entravam 200 exames por mês, ou seja, entrava o dobro do que era autorizado. Outro exemplo é o ecocardiograma, que em 2017 autorizávamos 60 exames mensais, enquanto entravam 125 pedidos exames mensais”.

DADOS DESTE ANO

Pelas informações, em 2020 se chegou a autorizar até 400 exames de ecocardiograma e outros 700 exames de ressonância num único mês. “Desta forma se chegou a zerar estas filas para tais procedimentos”, confirma Claiton Camargo.

SOBRE PENDÊNCIAS

Quanto aos exames de ultrassonografia, há demandas reprimidas naqueles de articulação, pois a procura é grande e é solicitado até quatro membros por paciente em alguns casos. Os demais exames de ultrassom, a autorização é realizada dentro do mês em que é solicitado. “Um exemplo de exame que a fila estava parada é o de eletroencefalograma que não tinha prestador desde 2013 e no momento estão sendo autorizados 100 exames por mês”, acrescenta Claiton.

Claiton Camargo aponta dificuldades que impedem a diminuição de algumas filas de exames como colonoscopia e endoscopias. Falta de prestador que ofereça quantidade significativa de cotas para diminuir estas filas. “Existe o recurso, mas não existe quem ofereça o serviço”.

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