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SC e o impeachment inoportuno

AFASTAMENTO DO GOVERNADOR MOISÉS TUMULTUA O ESTADO NUM MOMENTO CRÍTICO

Na semana que chegamos ao primeiro ano de pandemia contabilizando 10 mil vidas perdidas, fechamos com o desdobramento do segundo pedido de impeachment contra o governador Moisés: Ele fora afastado.

VOTO DECISIVO

De onde menos se esperava o voto para garantir o placar de 6 a 4 pelo afastamento, veio a martelada: Laércio Schuster. Era esperado que o deputado Fabiano da Luz (PT) pudesse ser esse voto discordante. Nos bastidores se comentou que o petista chegou a preparar dois tipos de votos, sendo que se decidiria a partir do desdobramento da votação até a vez dele se manifestar. Mas veio de Schuster a degolada que coloca o Estado nessa instabilidade, embora não se retire a razão jurídica do afastamento.

O QUE ACONTECE AGORA?

Vem toda aquela celeuma de troca de cargos no governo, com a posse ocorrida de Daniela Reinehr e ela comandando o Estado de forma temporária, até o julgamento pelo parlamento do governador. Se prevalecerem os entendimentos políticos até então, Moisés retorna ao cargo, como ocorreu no primeiro pedido. E aí que está a pior parte da história. Sua saída e retorno gera essa instabilidade em políticas como do enfrentamento à pandemia.

Carlos Moisés deixa a função de governador pela segunda vez, em caráter temporário, mas essas idas e vindas no cargo só servem para desestabilizar as ações de gestões para enfrentamento de problemas como a pandemia

SOBRE O DESDOBRAMENTO DO

IMPEACHMENT DE MOISÉS

Respeitando imensamente a postura jurídica sobre as razões do afastamento do governador Moisés – porque não nos cabe juízo de valor sobre isso – mas a frase da ex-presidente Dilma dá sentido àquilo que está ocorrendo em SC

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1 comentário para: “SC e o impeachment inoportuno”

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