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UPA: Servidores dialogam com MP

Sempre deve se partir do pressuposto que ninguém entende mais de uma área que os profissionais que lá atuam. Por isso que deve ser considerada essa movimentação de servidores que atuam na área da Saúde, contrários à transferência do atendimento infantil não urgente para a UPA. Mesmo sendo determinação do Ministério da Saúde para liberar recursos que ajudem o município a custear os serviços, essa migração parcial do atendimento está longe de ser unanimidade.

DIALOGO NO MP

Integrantes de uma comissão de servidores que atuam na UPA foram até a Promotoria de Justiça. Levaram documentos e informações onde apresentam preocupação com o deslocamento do atendimento ambulatorial para a UPA. Foram orientados para reunir outros documentos, embasando essa condição apresentada. Os servidores também reclamam de autoritarismo – para não falar terrorismo psicológico – por parte dos gestores.

MP PODE IMPEDIR A MUDANÇA?

Houve até quem informasse que o Ministério Público, a partir daquilo apresentado pelos servidores, poderia suspender, impedir a migração do atendimento ambulatorial do Seara do Bem para a UPA. Mas isso é totalmente improcedente. Não é papel da Promotoria agir dessa forma. O que é possível, a partir daquilo que for recebido (informações e documentos), apresentar uma recomendação à Prefeitura. Assim como propor ação onde o Judiciário é que decidiria.

A transferência do atendimento ambulatorial (casos não graves) de crianças para a UPA não é unanimidade. Alguns setores questionam por conhecimento e ainda há aqueles que criticam por desconhecimento, é claro!

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