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Sobre a detonação do asfalto no Centro

Embora a Prefeitura de Lages não tenha ‘vendido’ desse jeito o banzé causado durante a terça-feira nas imediações do Terminal Urbano, observe-se que a razão da intervenção do maquinário é a substituição da rede pluvial na descida da rua Nereu Ramos em direção ao rio Carahá. E antes que você pense que dá dó ver o asfalto novo sendo detonado, saiba que a obra é indispensável.

A GENTE EXPLICA

Pense nas águas do Rio Caveiras, com aquela imensidão de abastecer cervejaria e a própria cidade, ter que passar pelo leito do Rio Carahá. Não haveria como, não é mesmo? Mas é bem isso que aconteceria com as águas da revitalizada Rua Nereu Ramos ao chegar no Terminal Urbano, caso a tubulação não fosse substituída. Há tubos de 60cm na parte de cima, para atender a vasão e, a rede velha possuía uns caninhos jaguara de 20 cm. Daí o entupimento era questão da primeira chuva mais forte se registrar na paróquia.

A providência consiste na colocação de tubos de 60 cm no mesmo padrão da parte superior da rua, evitando obstruções futuras

Secretário João Alberto (Obras) foi conferir a tubulação mais robusta para dar vasão a água que vem desde a praça da Catedral para desaguar no rio Carahá

Fotos: Toninho, o Vieira

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1 comentário para: “Sobre a detonação do asfalto no Centro”

  1. Por isso volta e meia as críticas são pesadas e não sem razão. Eis aí um exemplo da falta de planejamento na aplicação do dinheiro público nos casos de asfaltamento de ruas.
    Veja, nenhum logradouro deveria receber asfalto ou ser revitalizada sem que toda a infraestrutura necessária fosse instalada antes, como rede coletora de esgota, rede pluvial e etc., de modo que se evite ter que destruir o que já foi feito.
    Esse pacotão de ruas que receberão asfalto somente deveria contemplar logradouros que tenham recebido toda a infraestrutura mencionada antes. Caso contrário, a camada asfáltica deveria ser direcionada para logradouros que já tenham recebido a infraestrutura de rede de esgota e etc (Exemplo: bairro Santa Catarina e ruas adjacentes da avenida Ponte Grande).
    Óbvio que isso não vai acontecer, pois se lucra com a destruição e reconstrução. É um mal do Brasil!
    Será que nem o tal observatório social é capaz de verificar uma situação dessas.

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